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Guerra dos Toyotas: como carros japoneses foram peça-chave para o exército do Chade humilhar os invasores líbios

6 mar 2026 - 12h15
(atualizado às 17h09)
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Foto: Xataka

Quando se vai comprar um carro, a resistência contra o desgaste causado pelo uso é um dos fatores mais importantes na hora de escolher. Alguns modelos têm fama de durões, mas nenhum seria capaz de fazer frente a um tanque de guerra como as Toyota Hylux e Grand Cruizer utilizadas na Guerra dos Toyota

Apoio líbio à oposição

O combate aconteceu por conta da invasão da região de Aouzou, no Chade, pela Líbia, em 1983. Na época, o presidende líbio, Muammar Gaddafi, apoiou a derrubada do presidente Hissène Habré pelos opositores do Governo de Transição da Unidade Nacional (GUNT). A França interveio e conseguiu manter Habré no poder. Mas o trato feito de que ambos países sairiam de Chade foi desrespeitado pela Líbia em 1984. Isso fortaleceu o fortaleceu o governo e enfraqueceu o GUNT, que havia se rebelado contra a Líbia em 1986.

Expulsão dos invasores

A ocupação do Chade durou até 1987. No início do ano, o presidente Habré atacou as tropas líbias com apoio da França. Em menor quantidade e com menos armas, o exército chadiano contava com as forças aéreas francesas para atacar bases e se utilizou dos carros utilitários japoneses para fazer ataques rápidos de surpresa. 

Facilidade de manobra e agilidade

A maior motivação para usar os carros da marca japonesa pelas tropas rebeldes foi a sua facilidade de manobra. Os invasores possuíam tanques de guerras com armamento pesado, porém difíceis de manobrar, ainda mais nas estradas precárias do Chade. Em desvantagem, os chadianos ...

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