Enquanto a China automatiza a fabricação de motocicletas, o Japão constrói uma Suzuki Hayabusa à mão; é por isso que as motocicletas japonesas continuam sendo tão especiais
A Hayabusa é fabricada no Japão, combinando precisão artesanal com processos industriais controlados milimetricamente
Evocar a Suzuki Hayabusa é homenagear uma das motocicletas mais icônicas da indústria. Desde seu lançamento no final da década de 1990, a hiperesportiva japonesa não apenas redefiniu a velocidade em linha reta, como também impulsionou a Suzuki a desenvolver um processo de fabricação à altura de sua promessa, um processo que hoje rivaliza com a investida chinesa.
Artesanato, consistência absoluta, precisão extrema e margem zero para erros são o que o Japão (que não mudou) oferece hoje em comparação com o que a China oferece. É assim que uma das motocicletas mais espetaculares do mundo é feita.
É assim que a Hayabusa é construída: um processo onde cada peça importa e nada é deixado ao acaso
Longe da automação extrema dos processos de fabricação chineses, que lhes permite produzir unidades na metade do tempo dos japoneses, os japoneses fazem as coisas de forma diferente na montagem e até mesmo nos testes de uma motocicleta. Trata-se de construir uma máquina que deve ter o mesmo desempenho, unidade após unidade, sem desvios e mantendo a mesma precisão.
Em Hamamatsu (embora este modelo também seja fabricado na Índia), tudo começa com o coração da motocicleta: o motor. O quatro cilindros em linha de 1.340 cc não chega como uma unidade completa, mas é construído passo a passo. Virabrequim, pistões, comando de válvulas… Cada componente é montado em etapas separadas, com técnicos especializados repetindo a mesma tarefa com precisão cirúrgica.
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