Videogame na fábrica? Como a gamificação ajuda a produzir carros
Estratégia contribui para aprimorar habilidades das equipes e reduzir custos com possíveis erros
A indústria automotiva tem adotado os videogames e a gamificação para modernizar suas esteiras de montagem e integrar a cadeia produtiva com agilidade. Longe de substituir a mão de obra humana por robôs, a tecnologia é usada para capacitar trabalhadores e otimizar processos em operações de grande escala, a exemplo da fábrica da Nissan no México, que mobiliza 47 mil empregos diretos. O futuro do setor aposta na união inteligente entre máquinas, softwares modernos e o treinamento de pessoas.
Durante a Segunda Revolução Industrial, as linhas de produção criadas por Henry Ford fizeram com que o Ford Modelo T se tornasse o primeiro carro popular do mundo, graças à fabricação em escala.
Hoje, as esteiras e as logísticas de produção ganham um aliado útil, inusitado e até divertido: os videogames.
A estrutura também tem capacidade para produzir cerca de 3 mil motores e integra diferentes etapas da cadeia produtiva. É uma operação de grande escala que depende de uma combinação cada vez mais complexa entre máquinas, softwares, treinamento e pessoas.
Por trás de cada veículo que passa pela esteira existem pessoas responsáveis por diversos processos. Segundo informações apresentadas pela Nissan, a operação da empresa no México está relacionada a cerca de 47 mil empregos diretos.
Isso mostra que o futuro talvez não seja aquele em que os robôs substituem completamente as pessoas, mas aquele que - de forma inteligente - usa a tecnologia para aprimorar seus processos e trazer mais agilidade para a produção.
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