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Ace Combat 8 entrega campanha fenomenal e multiplayer com bastante potencial

História envolvente, ótimos personagens, trilha sonora contagiante e jogabilidade se destacam, mas otimização deixa um pouco a desejar

25 set 2026 - 10h57
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Ace Combat 8 entrega campanha fenomenal e multiplayer com bastante potencial
Ace Combat 8 entrega campanha fenomenal e multiplayer com bastante potencial
Foto: Reprodução / Bandai Namco

Desde que passei a acompanhar Ace Combat há muitos anos, lá atrás com o quarto jogo da série no PlayStation 2, a franquia passou a ser uma das minhas favoritas, oferecendo uma experiência gratificante de simulador de combates aéreos.

Mais de sete anos após o lançamento de Skies Unknown, a IP finalmente está de volta com Ace Combat 8: Wings of Theve, trazendo uma nova aventura no universo fictício de Strangereal, em uma guerra que ocorre no continente de Usea entre a Federação de Central Usea (FCU) , pela qual o jogador luta, e os invasores da República de Sotoa.

Dominando os céus

A história começa com o protagonista sendo resgatado em um bote salva-vidas ao lado de outro personagem, com ambos passando a integrar o contingente da FCU. O indivíduo que o jogador controla é um piloto, mas como ele acabou de recuperar a consciência depois do resgate, é autorizado a voar somente como navegador.

É aí que conhecemos Cope, chamado então de Wings of Theve, um ás de aviação da FCU. O jogador começa voando como seu navegador, mas o caça com ambos é abatido de forma inesperada e Cope morre. A partir daí, o jogador passa a adotar o codinome “Rex” e torna-se o novo Wings of Theve, um nome que leva esperança aos membros da FCU na guerra contra Sotoa.

A trama é contada durante os inúmeros diálogos que ocorrem nas batalhas, nos briefings realizados antes e após as missões, e nas muitas cutscenes que estão presentes na campanha. No caso das cutscenes que rodam em tempo real, elas costumam apresentar QTEs para que possam seguir adiante, sendo uma forma de fazer o jogador interagir com aquilo que está assistindo.

Os personagens com os quais você voa em sua esquadrilha, cujo nome é Joker, têm personalidades fortes e distintas, incluindo o experiente Baxter (Professor), que age como seu Wingman (piloto de apoio) na posição Joker 2, juntamente com a piloto prodígio Tasha, Joker 3, e o reservado, porém experiente, Carter (Noise), Joker 4. Além deles, há outros nomes que se destacam, como a piloto Kate (Killer Bee), líder da esquadrilha Queen.

Jogador assume o codinome "Rex", dado ao Wings of Theve da esquadrilha Joker
Jogador assume o codinome "Rex", dado ao Wings of Theve da esquadrilha Joker
Foto: Reprodução / Giuseppe Carrino

Rex é acompanhado o tempo todo pela presença de Cope, que embora morra logo de cara, está próximo do jogador em espírito, com algo impedindo que ele parta dessa vida. Ele acaba servindo como uma espécie de mentor do protagonista, que também vai aprendendo mais a respeito da história do falecido piloto, conforme a campanha avança.

Como não poderia deixar de ser, há também vilões marcantes presentes na trama. Os mais proeminentes são os membros da esquadrilha Shadow, liderados por um dos melhores pilotos de Sotoa, um ás conhecido como Shadow 22. Sempre que eles aparecem na batalha, começa a tocar uma música específica para avisar a todos que eles estão nos céus. Lutar contra eles coloca as habilidades do jogador à prova.

Por falar em música, a trilha sonora aqui presente é de tirar o chapéu. Todas as músicas, sem exceção, complementam perfeitamente aquilo que está acontecendo na tela e o momento específico no qual a história encontra-se.

Ace Combat 8 é, sem dúvida, o jogo com a campanha mais longa da série. Eu levei quase 20 horas para terminá-la na dificuldade Veterano, que considero a mais adequada para quem já tem experiência com Ace Combat. Além disso, trata-se de uma das melhores campanhas de toda a franquia, repleta de surpresas e momentos que prendem a atenção do jogador.

Campanha acerta em cheio em suas dezenas de missões, sendo muito variadas e cheias de surpresas
Campanha acerta em cheio em suas dezenas de missões, sendo muito variadas e cheias de surpresas
Foto: Reprodução / Giuseppe Carrino

Os personagens e os diálogos, ao lado da excelente jogabilidade e a estrutura das missões, que são muito variadas, contribuem de forma massiva para isso. Você começa a história apenas aprendendo os básicos de como pilotar e também o necessário para ter acesso aos recursos do game, com isso ocorrendo nas duas primeiras missões, para depois sim entrar para valer na guerra da FCU vs Sotoa para tentar retomar o seu país das mãos dos invasores.

Da mesma forma que ocorre em outros jogos da franquia Ace Combat, pode esperar por coisas inesperadas em muitas missões. Em uma delas, por exemplo, você precisa destruir um encouraçado que consegue se mover pela terra, como um tanque gigante em formato de navio de batalha, sendo este o primeiro desafio real que o jogo impõe ao jogador.

A partir daí, os objetivos das missões começam a ficar mais surpreendentes e desafiadores em boa parte das ocasiões. Citando outro exemplo, há uma missão onde é necessário abater dois bombardeiros extremamente rápidos e que realizam disparos laser, além de usarem uma arma que intercepta e abate os mísseis que são disparados contra eles, sendo necessário realizar muitos ataques até acertá-los. E para piorar, você consegue mirar neles apenas estando muito próximo, por causa de uma tecnologia do oponente que dificulta a trava de mira dos mísseis.

Existem missões mais tradicionais, claro, como de escolta ou até mesmo envolvendo apenas abater alvos aéreos ou terrestres tradicionais. Há também uma na qual você precisa sair do território inimigo sem ser visto pelo radar, com essa estrutura de missão já tendo sido bastante utilizada na série. A dificuldade vai escalando à medida que você progride na campanha, com as seis últimas missões do jogo testando todas as habilidades do jogador. Uma delas, inclusive, eu levei cerca de duas horas para concluir, não apenas por ser longa, mas porque é extremamente desafiadora, me fazendo inclusive repensar a estratégia para abordá-la.

Cada aeronave se comporta de forma diferente
Cada aeronave se comporta de forma diferente
Foto: Reprodução / Giuseppe Carrino

A jogabilidade é o grande destaque de Ace Combat 8: Wings of Theve. Logo de cara você percebe que o caça passa uma sensação de peso maior do que a vista em outros jogos da série, contribuindo um pouco para o realismo, mas sem que isso afete a diversão experimentada durante os combates aéreos. Você pode também optar pelos modos de controle Padrão ou Especialista. Eu indico o segundo, mesmo se você for um piloto novato de Ace Combat, pois ele lhe dá mais controle aos movimentos do caça.

É necessário tomar cuidado nas manobras para não perder o controle da aeronave, pois a Força G exercida pode ser implacável às vezes. Fazer uso inteligente dos alvos é igualmente importante. Por exemplo, você pode explodir um reservatório de combustível que esteja próximo de inimigos no solo e a explosão dele será tão grande que afetará o que estiver em volta dele. Isso vale também para helicópteros e até mesmo aeronaves, com seus destroços afetando quem for azarado o suficiente de estar embaixo deles. 

Sempre que você termina uma missão, lhe são atribuídos pontos que lhe dão um ranking, que pode ir até S. O tempo, quantidade e tipos de inimigos abatidos, e número de vezes que você utilizou checkpoints afetam a sua pontuação total.

Além disso, cada missão concluída lhe dá uma moeda virtual chamada PRM, que você usa para comprar novos caças, armas e peças para equipar neles, melhorando coisas como a trava de mira dos mísseis, potência dos ataques, velocidade da aeronave e assim por diante.

Você precisa usar os PRM obtidos após cada missão para comprar novos caças e peças
Você precisa usar os PRM obtidos após cada missão para comprar novos caças e peças
Foto: Reprodução / Giuseppe Carrino

Após as duas missões iniciais, você ganha a liberdade de escolher e customizar seu caça antes de começar as missões seguintes, devendo equipá-lo com as peças e armas especiais que julgar ideais para te ajudar a concluir os objetivos. Há caças focados em batalhas ar-ar (azuis), ar-terra (vermelhos), multitarefa (roxos) e aqueles com armas que oferecem vantagens temporárias aos aliados e desvantagens temporárias aos inimigos nos combates (verdes). Há ocasiões onde a maioria dos alvos são aéreos, outras com mais alvos terrestres/navais, e também aquelas onde há um equilíbrio nos tipos de alvos que você precisa atacar. O jogo te mostra isso com dois medidores específicos, que você vê no hangar antes da surtida da esquadrilha. 

Por falar na sua esquadrilha, você também escolhe os caças que seus companheiros de voo irão utilizar. Infelizmente, não é possível selecionar as armas e peças neste caso, com eles sempre utilizando os equipamentos padrões.

É fundamental pensar bem na hora de comprar os caças, pois eles são muito caros, e lembrar de adquirir um para cada membro da sua esquadrilha. A aeronave mais adequada de acordo com a missão faz a diferença entre a vitória e o fracasso. Além disso, há missões onde você pode usar apenas caças que conseguem decolar de um porta-aviões. Eles são identificáveis por um ícone de âncora na árvore de aeronaves.

Durante os combates, é possível emitir ordens aos seus alas, pedindo para que eles ataquem um alvo específico, te deem cobertura, se dividam para interceptar alvos diferentes e também façam uso das armas especiais. Este último, aliás, o ideal é ativar apenas quando surgirem inimigos ou objetivos mais complicados de serem vencidos, como a esquadrilha Shadow, sobre a qual já comentei, pois a munição das armas especiais é bastante limitada. Felizmente, cada ala avisa quando está ficando com pouca munição, permitindo que você interrompa eles de continuarem usando essas armas específicas, se for necessário. Todos os alvos que seus alas estão atacando apresentam uma marcação ao mirar neles, para te indicar isso e você não precisar perder tempo e munição indo atrás deles.

É importante emitir ordens aos seus alas nos combates, para que te ajudem a abater os inimigos
É importante emitir ordens aos seus alas nos combates, para que te ajudem a abater os inimigos
Foto: Reprodução / Giuseppe Carrino

O minimapa na tela também é crucial no gameplay, pois é com ele que você enxerga tudo ao seu redor. Aliados, inimigos, objetivos e assim por diante. É possível aumentar e diminuir a escala dele, para enxergar alvos que estejam mais distantes ou melhorar o foco naqueles que estão próximos. O radar também mostra mísseis que foram disparados contra você, permitindo que você desvie deles com manobras rápidas e, em último caso, usando chaff e flares. 

Falando rapidamente da câmera, considero o uso dela em terceira pessoa a ideal, mas você também pode jogar em primeira pessoa, se preferir, só que daí terá de se preparar para um desafio ainda maior, já que seu campo de visão fica mais limitado.

Ao voar, é preciso tomar cuidado também ao entrar nas nuvens, pois algumas delas afetam negativamente a precisão dos disparos e também podem congelar sua aeronave. Isso sem falar das trovoadas que, se atingirem seu caça, o deixarão descontrolado por alguns segundos, com isso podendo ser fatal.

As missões da campanha podem ser rejogadas no modo Missão Livre. Há também um modo chamado Voo Livre, que permite voar sem inimigos e missões pelos mapas já concluídos. Além disso, existem Treinamentos que ensinam os aspectos básicos e avançados da jogabilidade, com mais deles sendo incluídos à medida que você progride na campanha. Assim como ocorre nas missões, concluir cada treino lhe dá PRM para comprar caças e peças.

Após zerar o jogo, você pode reiniciar a campanha mantendo seus caças e peças obtidos
Após zerar o jogo, você pode reiniciar a campanha mantendo seus caças e peças obtidos
Foto: Reprodução / Giuseppe Carrino

Além disso, o jogo salva replays das missões concluídas para que você possa rever posteriormente se desejar. Há também um reprodutor de músicas, no qual você pode apreciar a fantástica trilha sonora de Ace Combat 8.

Ao terminar a história, você ganha diversas skins para customizar suas aeronaves, além de poder comprar mais alguns caças adicionais. Quem for atrás de fazer 100%, terá muitas dezenas de horas de jogo pela frente, já que isso envolve completar todas as missões com rank S na dificuldade mais alta. Felizmente, você pode reiniciar a campanha mantendo os caças e peças obtidos na primeira zerada.

Modo multiplayer robusto que pode dar vida longa ao jogo

Multiplayer online tem criação de avatar e lobby para interagir com outros jogadores
Multiplayer online tem criação de avatar e lobby para interagir com outros jogadores
Foto: Reprodução / Giuseppe Carrino

Além da excelente campanha single-player, Ace Combat 8: Wings of Theve apresenta um modo multiplayer vasto, com direito até mesmo a um lobby no formato de um hangar de base aérea, onde você pode interagir com outros jogadores e escolher os modos de jogo online disponíveis.

Você começa criando seu avatar para ter acesso ao lobby. Depois disso, precisa jogar partidas para aumentar sua patente e obter uma moeda virtual que te permite adquirir novos caças, mas que só podem ser comprados se você tiver a patente necessária para pilotá-los. É importante ressaltar que naves obtidas no single-player não podem ser usadas no multiplayer.

Existem seis modos online no multiplayer, com os principais sendo Ataque Co-op, onde duas equipes de quatro jogadores enfrentam a CPU, e Guerra Co-Op, onde os alvos passam a ser também jogadores adversários. Este último, aliás, concede níveis de ameaça aos jogadores que abaterem mais alvos, permitindo que a morte desses oponentes forneça mais pontos à sua equipe, o que pode mudar o rumo da batalha. Além deles, temos também o clássico Mata-Mata, onde oito jogadores disputam entre si para ver quem obtém mais pontos. Por algum motivo, esse modo não está sempre disponível, sendo liberado de forma periódica.

Por fim, temos Despacho, onde equipes de quatro jogadores trabalham juntas para derrubar aeronaves inimigas poderosas, Surtida de Emergência, com oito jogadores se unindo para destruir aviões imensos e defender áreas urbanas, e Mata-Mata em Equipe, com duas equipes de quatro jogadores competindo para obter a maior pontuação.

Há seis modos de jogo disponíveis no multiplayer, misturando aspectos PvP e PvE
Há seis modos de jogo disponíveis no multiplayer, misturando aspectos PvP e PvE
Foto: Reprodução / Giuseppe Carrino

A imprensa teve apenas um dia para jogar online durante todo o período de acesso antecipado ao jogo e nem todos os modos estavam disponíveis. Particularmente, eu pude testar o Ataque Co-op, Guerra Co-op e Mata-Mata, que me mostraram que existe um potencial enorme no multiplayer de Wings of Theve para permitir que o jogo continue sendo jogado pelos jogadores por muito tempo após o lançamento, desde que a Bandai Namco entregue novos conteúdos online de forma periódica.

Assim como ocorre em Call of Duty e Battlefield, aqui também existe um Passe de Batalha que fornece itens aos usuários à medida que ele for sendo completado. Os jogadores podem adquirir diversos itens cosméticos para customizar seu avatar e suas aeronaves. 

Em adição a tudo isso, há um modo treino no qual é possível praticar a jogabilidade, além da possibilidade de criar grupos e esquadrilhas com outros jogadores. O lobby também conta com máquinas arcade onde você pode jogar quatro jogos clássicos da Namco, incluindo Pac-Man, Galaga, Rally-X e Dragon Spirit.

Particularmente, recomendo que você primeiro termine a campanha e depois parta para o multiplayer, já que ela te ensina tudo que você precisa saber sobre o gameplay.

Otimização poderia ser um pouco melhor

Alguns momentos durante a jogabilidade exigem bastante do hardware
Alguns momentos durante a jogabilidade exigem bastante do hardware
Foto: Reprodução / Giuseppe Carrino

Graficamente Ace Combat 8: Wings of Theve é um espetáculo, oferecendo os melhores visuais da franquia até hoje. No entanto, isso tem um preço nas exigências para rodar o jogo dessa forma.

Nas missões com muitos inimigos, nuvens + tempo fechado, e muitas explosões, pode se preparar para uma taxa de quadros mais baixa e algumas quedas de desempenho, dependendo do PC no qual estiver jogando. As cutscenes em tempo real são ainda mais exigentes, com a maioria delas tendo diversos momentos onde rodam abaixo de 60 fps. Já naquelas pré-renderizadas, elas ficam em 30 fps cravados, o que é normal.

No meu caso, usando um Ryzen 5 7600, 2x16GB de RAM e GeForce RTX 5070 Ti, jogando em 4K no Ultra, só consegui obter 60 fps+ constantes em todas as missões no gameplay utilizando DLSS em Ultra Desempenho. Reduzir a agressividade do DLSS para manter a taxa de quadros elevada só foi possível diminuindo a resolução ou então a qualidade gráfica. Isso falando apenas dos momentos com jogabilidade, pois as cutscenes em tempo real são consideravelmente mais pesadas, não valendo a pena tentar equilibrar os visuais para rodá-las também em 60 fps o tempo todo.

Levando em conta que Ace Combat 7 é muito leve, é um pouco decepcionante que o 8, que tem uma campanha excepcional, seja tão pesado. Provavelmente isso ocorre devido ao uso da exigente Unreal Engine 5, aliada com a tecnologia proprietária da Bandai Namco, chamada Cloudly, que permite criar sistemas de nuvens extremamente realistas.

Cutscenes em tempo real são pesadas na maior parte do tempo
Cutscenes em tempo real são pesadas na maior parte do tempo
Foto: Reprodução / Giuseppe Carrino

Vale lembrar que o título no PC possui a famigerada proteção antipirataria da Denuvo, que já prejudicou o desempenho de muitos jogos no passado. Não sei se é o caso com Ace Combat 8, no entanto, mas fica claro depois de jogar o game, que as especificações dele fornecidas pela Bandai Namco para rodar no computador não estão exageradas, com a empresa recomendando uma GeForce RTX 3070 ou uma Radeon RX 6800 para jogar em 1080p/60 fps no Médio com upscaling ligado. 

Infelizmente o game não diz no menu quais versões do DLSS e FSR está utilizando, além de não contar com Frame Generation. Faltaram também indicativos do que muda visualmente ao mexer em cada opção gráfica, além do peso que essas opções exercem na CPU, GPU e VRAM.

No caso dos consoles, não tive acesso ao jogo neles, então não sei dizer como está o desempenho no PlayStation 5 e Xbox Series. Dito isso, levando em conta a situação no PC, provavelmente nos videogames também deve haver uma certa inconsistência na taxa de quadros em algumas situações. 

Considerações

Ace Combat 8: Wings of Theve - Nota 8,5
Ace Combat 8: Wings of Theve - Nota 8,5
Foto: Divulgação / Game On

A experiência de combates aéreos entregue em Ace Combat 8: Wings of Theve é fantástica, com uma das melhores campanhas da franquia e um modo multiplayer que, se for bem administrado pela Bandai Namco, pode fazer com que o jogo continue sendo jogado por muito tempo, mesmo após a maioria dos jogadores ter concluído a história. 

Faltou apenas um pouco mais de empenho na otimização do jogo, com ele sendo bastante exigente para rodar em 60 fps constantes em alguns momentos de gameplay, quando há várias coisas acontecendo na tela ou você está numa missão com muitas nuvens e tempo fechado, o que provavelmente causará reclamações por parte de alguns jogadores.

Ace Combat 8: Wings of Theve chega em 2 de outubro para PC, PlayStation 5 e Xbox Series. Quem comprar a Edição Deluxe digital na pré-venda pode começar a jogar a partir de 28 de setembro.

Esta análise foi feita no PC, com uma cópia do jogo gentilmente cedida pela Bandai Namco.

Fonte: Game On
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