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Bernardinho critica FIVB, mas vê Liga Mundial como solução

19 mar 2015
14h50
atualizado em 20/3/2015 às 17h29
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Assim como já tinham feito alguns jogadores de vôlei, Bernardinho também criticou a Federação Internacional de Vôlei (FIVB) por excluir a Seleção Brasileira da Copa do Mundo de 2015. Em entrevista exclusiva ao Terra, nesta quinta-feira,o técnico disse que esta competição seria um teste importante para a equipe. Agora ele vê a Liga Mundial como uma solução razoável para o problema.

A FIVB decidiu excluir o Brasil alegando que o País já está classificado para a Olimpíada de 2016, então não precisa participar do torneio, que é classificatório para os Jogos. "Em outros anos os países-sede já jogaram a Copa, como os Estados Unidos em 1995", lembrou Bernardinho.

Ele explicou porque lamentou muito essa situação: "é uma competição entre as melhores seleções do mundo. Nós precisávamos fazer um teste para ver como essa geração, que está chegando agora, vai reagir jogando no Brasil".

Em contato com o Terra, a assessoria de imprensa da FIVB explicou o motivo da Seleção Brasileira estar ausente. "Já que o Brasil não participará do evento classificatório da CSV (Confederação Sul-Americana) para a Copa do Mundo, pois está classificado para os Jogos Olímpicos, então ele não poderá participar da Copa do Mundo. Não é apenas a FIVB que está dizendo que o Brasil não pode participar da Copa do Mundo por já estar classificado. A CSV está dizendo claramente que o Brasil não pode tomar o lugar de um outro país Sul-Americano na Copa do Mundo, por já estar classificado para os Jogos Olímpicos. Portanto, como a CSV tem duas vagas, se o Brasil participasse da Copa do Mundo (já estando classificado para os Jogos Olímpicos), um país Sul-Americano perderia a chance de brigar por uma vaga nos Jogos do Rio", diz o comunicado .

Depois que a Seleção Brasileira de vôlei voltou a contar com o patrocínio do Banco do Brasil - interrompido por causa dos escândalos financeiros na Confederação Brasileira -, o País pleiteou a chance de sediar a fase final da Liga Mundial. Bernardinho comemorou pela estratégia ter dado certo: "a relação com o Banco do Brasil voltou de forma positiva, porque vamos ter a chance de ver os jogadores com o prazer e a tensão de jogar no Brasil".

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Além da Seleção Brasileira de vôlei, Bernardinho também treina o Rexona na Superliga feminina. O time tem feito ótima campanha, mas o técnico mostrou preocupação com o começo da fase de mata-mata: "há um equilíbrio muito grande. Vamos pegar o São Caetano em um momento difícil, porque tivemos muitos problemas de lesão, como da Fofão e da Juciely, enquanto o São Caetano vem de uma atuação espetacular contra o Minas em Minas". O primeiro jogo entre as equopes acontecerá nesta sexta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Ginásio Lauro Gomes, em São Caetano do Sul (SP).

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Fonte: Terra

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