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Vencedores da Copa do Mundo receberão anéis de campeão ao estilo norte-americano

17 jul 2026 - 11h11
(atualizado às 12h09)
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Os vencedores da ‌final da Copa do Mundo deste domingo, entre Espanha e Argentina, receberão anéis de campeão, além do troféu e das medalhas de ouro, informou a Fifa — mais um sinal da iniciativa da entidade de americanizar seu principal torneio.

A Fifa informou que 30 ⁠anéis personalizados serão entregues à equipe vencedora após a final no ‌estádio de Nova York-Nova Jersey, sendo que o capitão e o técnico receberão inicialmente versões provisórias logo após a partida.

Os anéis ‌serão então personalizados para refletir a ‌identidade da equipe vencedora e ajustados individualmente antes de serem ⁠entregues em uma data posterior.

Um dos lados exibirá o troféu da Copa do Mundo, enquanto o outro trará detalhes específicos dos campeões.

Os anéis dos jogadores farão parte de uma edição limitada de 2.026 peças numeradas individualmente, com as 1.996 restantes disponibilizadas para venda ‌aos torcedores em todo o mundo como produtos oficialmente licenciados.

Os anéis ‌de campeão são ⁠uma tradição de ⁠longa data nos principais esportes norte-americanos, incluindo NFL, NBA, Major League Baseball e ⁠NHL, mas nunca haviam sido ‌concedidos em uma competição ‌da Fifa.

Sua introdução coroa um torneio em que a Fifa demonstrou uma disposição cada vez maior de reformular a apresentação — e, às vezes, até mesmo o ritmo — do futebol à ⁠imagem dos esportes norte-americanos.

A final de domingo também contará com um grande show de entretenimento no intervalo, um conceito mais facilmente associado ao Super Bowl do que à Copa do Mundo, enquanto os intervalos obrigatórios para ‌hidratação ao longo do torneio dividiram efetivamente as partidas em quartos.

As pausas de três minutos por volta dos 22º e 67º ⁠minutos têm sido aplicadas independentemente de as condições torná-las estritamente necessárias, com a Fifa defendendo a política com base no bem-estar dos jogadores em meio ao calor e à umidade do verão norte-americano.

Mas o uso generalizado das pausas tem gerado críticas de jogadores, técnicos e torcedores, que argumentam que elas atrapalham o andamento das partidas, dão às equipes oportunidades adicionais para se reorganizar e proporcionam aos técnicos o que equivale a dois tempos técnicos extras.

Elas também criaram intervalos comerciais no meio do tempo, embora a Fifa tenha rejeitado sugestões de que as pausas tenham sido introduzidas com o objetivo de veicular publicidade.

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