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Leandro Castán põe futuro nas mãos do Vasco

23 nov 2021 15h42
| atualizado às 15h42
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Leandro Castán sofreu com vaias dos torcedores do Vasco no jogo contra o Remo, em São Januário. O episódio expôs a insatisfação da torcida, um sinal de que o clima para o zagueiro continuar no clube não é dos mais tranquilos.

No Vasco desde 2018, Castán, em entrevista ao canal "Cara a Tapa", de Rica Perrone, deixa o futuro nas mãos do clube. O Gigante da Colina ainda busca definir a nova estrutura do departamento de futebol para se aprofundar sobre o elenco de 2022.

"Tenho contrato até o final do ano (fim de 2022). Depende de quem vai chegar (diretor e treinador). Eu não sou aquele cara que vai dizer que tenho que ficar aqui. Se disserem que acabou, eu saio. Estava na Roma com contrato até 2020, ganhando em euro, e falaram que não dava mais. Fui lá, rescindi meu contrato e é assim a vida. Gosto muito do clube e tenho uma gratidão enorme pelo Vasco. Todo mundo que está do meu lado sabe, amigos, família", declarou Castán.

O experiente zagueiro, de 35 anos, também falou sobre as vaias da última sexta-feira. Ele não se abala com episódio.

"Neste último jogo, que estavam vaiando, a bola vinha, eu errava. Se errasse, pedia de novo. Cada um tem o direito de julgar da maneira que quiser. Eu não fico chateado com o torcedor que vaia. Ele está lá no estádio, pagou, é um direito dele. O negócio não pode colocar a mão, agressão. No estádio, ele tem o direito de vaiar, xingar. Eu não respondo, engulo seco e vamos para frente", completou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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