Barco, obelisco e "azulejo"; veja troféus mais estranhos do tênis
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O fim de semana dos dias 3 e 4 de março foi pródigo em troféus estranhos no mundo do tênis. Em Dubai, Roger Federer ergueu a réplica de um barco; em Acapulco, David Ferrer comemorou com um guaje mexicano, e Sara Errani com uma bola gigante. Mas esses são apenas alguns exemplos de taças não convencionais distribuídas no circuito profissional. Veja fotos dos prêmios mais estranhos dos últimos anos nas próximas páginas:
Foto: EFE/Getty Images / AP
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O fim de semana dos dias 3 e 4 de março foi pródigo em troféus estranhos no mundo do tênis. Em Dubai, Roger Federer ergueu a réplica de um barco; em Acapulco, David Ferrer comemorou com um guaje mexicano, e Sara Errani com uma bola gigante. Mas esses são apenas alguns exemplos de taças não convencionais distribuídas no circuito profissional. Veja fotos dos prêmios mais estranhos dos últimos anos nas próximas páginas:Foto: EFE/Getty Images / AP
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Dificilmente um torneio conseguirá distribuir taças tão estranhas quanto as do ATP 500 de Dubai de 2012. Em 3 de março, o suíço Roger Federer conquistou o título e levou uma lembrança com o formato de "barco" - no quesito originalidade, o troféu do vice-campeão, o escocês Andy Murray, não ficou muito atrásFoto: AP
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Em Acapulco, no mesmo fim de semana passado, o espanhol David Ferrer celebrou o tricampeonato do ATP mexicano colocando um sombreiro. Ele também beijou o peculiar troféu cujo formato era de um guaje, típico fruto que se cultiva no país (no Brasil a cabaça, um dos materiais mais usados para a fabricação da cuia do chimarrão gaúcho). Muita gente, contudo, achou que se tratasse de uma peraFoto: Reuters
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A última semana foi realmente recheada de troféus estranhos. Também em Acapulco, a italiana Sara Errani levantou essa bola de tênis gigante para comemorar o título do WTA mexicano, conquistado sobre a compatriota Flavia PennettaFoto: EFE
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A originalidade dos criadores dos troféus dados nesse fim de semana não parou por aí. A taiwanesa Hsieh Su-Wei brilhou no WTA de Kuala Lumpur, na Malásia, e levou como prêmio esta taça. Ela venceu na final a croata Petra MarticFoto: AP
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Não é de hoje que os portugueses têm tradição em trabalhar bem o barro e fabricar belos exemplares de cerâmicas. Nada mais justo, portanto, que a taça do único ATP do país, em Estoril, aproxime-se a um vaso de cerâmica, beijado pelo argentino Juan Martín del Potro em maio de 2011. Ele superou o espanhol Fernando Verdasco na decisão do títuloFoto: EFE
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Em fevereiro de 2012, a bielorrussa Victoria Azarenka ratificou a condição de número um do mundo ao bater a australiana Samantha Stosur na última partida do WTA de Doha. Depois de confirmar a vitória, Azarenka beijou o troféu, na verdade um pássaro douradoFoto: EFE
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David Ferrer, na verdade, tem alguma tradição em conquistar troféus estranhos. Em fevereiro de 2012, o espanhol bateu o espanhol Nicolás Almagro na decisão no ATP 250 de Buenos Aires e foi premiado com uma imitação de um dos principais pontos turísticos da cidade argentina: o obeliscoFoto: EFE
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Em agosto de 2011, Robin Haase conquistou o primeiro título da carreira no ATP 250 de Kitzbuhel, na Áustria. O holandês, no entanto, não foi presenteado com um troféu muito bonito ao vencer o espanhol Albert Montanes na final. Haase ganhou uma taça que levava uma raquete e um objeto de bronzeFoto: AP
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O brasileiro Gustavo Kuerten também já foi condecorado com esta taça original, mas não após ganhar o título. Depois de perder para o francês Paul-Henri Mathieu em Roland Garros e fazer sua última partida da carreira em maio de 2008, o tricampeão do Aberto da França recebeu como homenagem um troféu contendo as camadas de uma quadra de saibro. Difícil foi levantar o pesado objetoFoto: Getty Images
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No ATP 250 de Montpellier, na França, decidido em fevereiro de 2012, o campeão, o checo Tomas Berdych, e o vice, o local Gael Monfils, receberam troféus parecidos. Ambos posaram para fotos segurando um mosaico super colorido cheio de ladrilhosFoto: AP
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Em janeiro, Murray abriu a temporada 2012 levando um novo troféu para sua prateleira - o do ATP 250 de Brisbane, na Austrália. O escocês ganhou do ucraniano Alexandr Dolgopolov e ergueu esta taça, cujo formato se assemelha ao de uma tocha olímpicaFoto: Getty Images
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Originalidade também não falta aos organizadores do ATP 250 de Hertogenbosch, na Holanda. Em junho de 2011, o russo Dimitry Tursunov derrotou o croata Ivan Dodig na decisão e levantou um "azulejo" com desenhos de crianças em um pódio. A explicação para o troféu vem da entidade que dá nome ao evento: a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância)Foto: AP
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Desde que foi criado, em 2001, o Aberto do Brasil de tênis tem como troféu uma bolinha de tênis passando por uma raquete. Neste ano, em São Paulo, quem o ergueu foi o espanhol Nicolás Almagro, que bateu o italiano Filippo Volandri na finalFoto: Marcelo Ferreli/Inovafoto / Divulgação
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O fato de o troféu ser até bonito não exclui o fato de ser estranho. Quando foi campeã da WTA de Tóquio, no Japão, em outubro de 2010 diante da russa Elena Dementieva, a dinamarquesa Caroline Wozniacki exibiu uma taça em formado de "prato", mas não do tipo de "prato" que é costumeiramente concedido a vice-campeões de torneios. O objeto em questão era vermelho e continha o desenho de uma gueixaFoto: Getty Images
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Ainda no Oriente, no mesmo mês, Wozniacki conquistou o título também no Torneio de Pequim, na China, e assim assegurou a condição de número um do mundo. Para celebrar o feito, a WTA lhe presenteou com um troféu em formato de vaso, que era estilizado e caprichado - ainda assim, fugia bastante ao comumFoto: Getty Images
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Em outubro de 2011, o francês Jo-Wilfried Tsonga teve dificuldades para erguer a taça do ATP 250 de Viena, conquistado diante do argentino Juan Martín del Potro. Isso porque o prêmio tinha um suporte muito pequeno para o apoio dos dedosFoto: AP
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Dubai, de fato, é referência quando o assunto é troféu original. No WTA dos Emirados Árabes Unidos, disputado no fim de fevereiro, a polonesa Agnieszka Radwanska bateu a alemã Julia Goerges na final e exibiu, sorridente, a taça prateada - em formato de bule de cháFoto: Getty Images
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Ninguém ganhou mais campeonatos da ATP em 2012 que Ferrer. Dos três troféus que ele faturou, nenhum era convencional. Em janeiro, em Auckland, o espanhol bateu na decisão o belga Olivier Rochus e beijou um troféu que se assemelha à taça da Copa do Mundo da Fifa - porém com a réplica de uma bolinha de tênis no lugar do globo terrestreFoto: Getty Images
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O troféu do Masters 1000 de Paris teimava em não vir para Federer até novembro de 2011. Após vencer o francês Jo-Wilfried Tsonga, o suíço conquistou a competição pela primeira vez na carreira e brincou, admitindo que teve dificuldades para levantar o troféu - era muito pesadoFoto: AP
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Difícil afirmar se a chinesa Na Li precisou de mais cuidado para dar uma deixadinha precisa em quadra ou para segurar este troféu do WTA de Birminham. Li superou a russa Maria Sharapova na final do evento em junho de 2010Foto: Getty Images
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O troféu referente à condição de líder do ranking mundial da ATP, que no fim da década de 2000 tradicionalmente levava o número um, mudou de figura. O sérvio Novak Djokovic, que ascendeu ao posto em 2011, recebeu em agosto esta taça comemorativa - com o formato estranho e um imenso globo terrestre na parte superiorFoto: Getty Images
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O WTA de Tóquio procura inovar também nas premiações das duplas. Em outubro de 2009, a italiana Francesca Schiavone e a russa Alisa Kleybanova (à dir.) bateram na decisão do campeonato a japonesa Ai Sugiyama e a eslovaca Daniela Hantuchova. Todas as finalistas receberam um troféu estilizado com a representação do Monte Fuji e ainda um cartãoFoto: Getty Images
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Entre os homens, o ATP de Tóquio opta por uma versão mais tradicional de troféus - porém nem tanto assim. Em outubro de 2008, o checo Tomas Berdych derrotou o argentino Juan Martín del Potro na final e levou para casa uma taça que lembra o capacete de um astronauta - pode ser comparado também ao troféu da Copa Libertadores da AméricaFoto: Getty Images
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A russa Dinara Safina saiu com uma raquete a mais após sua passagem pelo WTA do Canadá, em Montreal, em agosto de 2008. Ela recebeu o troféu ao bater a eslovaca Dominika Cibulkova na última rodadaFoto: Getty Images
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Os organizadores canadenses gostam de inovar também no desenho do troféu do torneio masculino. O Masters 1000 de 2008 do país, organizado em Toronto, teve como ganhador o espanhol Rafael Nadal, que venceu o alemão Nicolas Kiefer na final e mal pôde fazer o seu característico gesto de "morder" a taça - não havia tanto espaço para colocar a boca como nos troféus tradicionaisFoto: Getty Images
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Em fevereiro de 2008, a russa Vera Zvonareva perdeu a decisão do WTA de Doha, no Catar, para a compatriota Maria Sharapova. Ainda assim, Zvonareva exibiu com um sorriso o peculiar troféu da competição: uma réplica de gazela, animal que era comum no país e atualmente é bastante raroFoto: Getty Images
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O último troféu da carreira da grega Eleni Daniilidou até aqui veio em janeiro de 2008 em Hobart, na Austrália. Ela nem precisou entrar em quadra para encarar a russa Vera Zvonareva, que estava lesionada e deu W.O. Depois, a grega mostrou o diferente troféu recheado de distintivosFoto: Getty Images
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A checa Petra Kvitova beijou esta peça após conquistar o WTA de Madri, em maio de 2011, batendo a bielorrussa Victoria Azarenka. No mesmo dia, o sérvio Novak Djokovic ergueria um troféu praticamente igual - porém todo dourado. O troféu batizado de "Ion Tiriac", ex-tenista romeno e dono da competição, foi feito de ouro e diamantes, sendo composto por uma coluna com 32 raquetes de tênis em volta, e levando os nomes dos principais jogadores da história, como Margaret Smith e Rod LaverFoto: Getty Images
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