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Alcaraz festeja conquista que faltava e mira 4 Grand Slams em uma temporada: 'Será um desafio'

Espanhol se tornou o mais jovem a conquistar os quatro diferentes títulos ao derrotar o experiente Novak Djokovic

1 fev 2026 - 14h48
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Carlos Alcaraz tem se especializado em pulverizar marcas de precocidade na elite do tênis. Aos 22 anos e 272 dias, o espanhol se tornou o mais jovem a conquistar os quatro diferentes títulos de Grand Slam ao derrotar o experiente Novak Djokovic, neste domingo, e conquistar o Australian Open.

Na Era Aberta, ele ultrapassou o ídolo Rafael Nadal, que fechou o ciclo de majors com o US Open de 2010, aos 24 anos, mas quebrou também uma marca de 88 anos do americano Donald Budge, vencedor dos quatro principais torneios em 1938, quando tinha 23 anos. Fred Perry e Roy Emerson, também na fase amadora, Rod Laver, Roger Federer, Andre Agassi e o próprio Djokovic completam a seleta lista de campeões de todos os majors.

"É uma sensação incrível. Completar o 'Grand Slam Career' era algo que eu tinha em mente", disse Alcaraz, referindo-se ao ciclo dos quatro torneios. "Sempre que venho para a Austrália, faço a pré-temporada com o foco neste torneio, tentando me esforçar ao máximo e estar o mais bem preparado possível para tentar conquistar o troféu."

Em 2022, quando tinha 19 anos, Alcaraz já havia se tornado o mais novo a alcançar a liderança do ranking da ATP na Era Moderna, após vencer seu primeiro US Open, posto que também ocupa atualmente. O sétimo título de Grand Slam conquistado também o colocou em igualdade com o sueco Bjorn Borg, a quem poderá superar se atingir a próxima meta: conquistar os quatro torneios neste ano.

"Será um grande desafio", afirmou Alcaraz. "Quero me concentrar em um de cada vez. No momento, o próximo é Roland Garros. Tenho ótimas lembranças desse torneio e me sinto muito especial toda vez que vou lá. Não quero me colocar em uma posição de muita pressão para ter de fazer isso de novo."

O líder do ranking da ATP também respondeu aos críticos após o rompimento com o técnico Juan Carlos Ferrero, com quem havia conquistado todos os troféus anteriores na carreira. "Muita gente comentava sobre tudo e tinha dúvidas sobre o meu nível neste torneio. Fico feliz por provar que estavam errados", cutucou o tenista, que também fez questão de exaltar Djokovic, seu adversário na final.

"O que ele está fazendo é inspirador para todos os atletas, não apenas para tenistas", comentou. "Ele está investindo seu corpo, sua mente, sua vida para jogar uma final de Grand Slam novamente. Contrariou as pessoas que diziam que ele não jogaria outra final de Grand Slam ou que não venceria Jannik ou a mim. É inacreditável."

Estadão
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