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Seleção do Congo é forçada a mudar preparativos para Copa do Mundo por surto de Ebola

21 mai 2026 - 10h41
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A seleção da República Democrática do ‌Congo foi forçada a cancelar os eventos de preparação para a Copa do Mundo em Kinshasa devido ao surto do vírus Ebola e, em vez disso, continuará os preparativos na Bélgica, informou um porta-voz da equipe.

A seleção ⁠havia planejado realizar uma sessão de treinamento aberta aos torcedores, ‌bem como uma cerimônia de despedida com o chefe de Estado do país, Felix Tshisekedi, na segunda-feira, enquanto ‌se preparava para a Copa do ‌Mundo no Canadá, México e Estados Unidos.

No entanto, ⁠as restrições de viagem impostas pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA em resposta ao surto tornaram necessário alterar esses planos, disse o porta-voz à Reuters.

O CDC proibiu a entrada de pessoas que não sejam ‌portadoras de passaporte norte-americano e que tenham estado na República ‌Democrática do Congo, ⁠em Uganda ⁠ou no Sudão do Sul nos últimos 21 dias.

Todos os membros da ⁠equipe baseados na República ‌Democrática do Congo devem, ‌portanto, deixar o país até quinta-feira para que possam entrar nos EUA sem restrições. A equipe planeja chegar aos EUA em 10 ou 11 de junho.

O ⁠membro da comissão técnica Dodo Landu minimizou a mudança na programação da equipe.

"A mudança não é muito grande, porque só tivemos três dias em Kinshasa", disse ele à RFI. "Vamos apenas manter o ‌programa na Bélgica, o evento de 25 de maio será realizado em Bruxelas, em vez de Kinshasa."

A equipe ficará ⁠baseada em Houston, Texas, durante a Copa do Mundo. Toda a equipe de jogadores, que foi anunciada na segunda-feira, está baseada em clubes fora da República Democrática do Congo, a maioria deles na Europa.

A República Democrática do Congo jogará a primeira partida da Copa do Mundo contra Portugal em Houston, antes de enfrentar a Colômbia em Guadalajara e encerrar a campanha do grupo contra o Uzbequistão em Atlanta.

Até quarta-feira, havia 600 casos suspeitos no surto de Ebola e 139 mortes suspeitas na República Democrática do Congo.

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