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São Paulo pede rescisão com fornecedora após investigação do MP sobre irregularidades em maquininhas

Em nota, clube informou que decisão foi tomada após identificar que empresa de alimentos e bebidas 'movimentou referida agenda financeira' sem autorização formal ou contratual

5 fev 2026 - 09h44
(atualizado às 10h26)
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O São Paulo informou nesta quinta-feira, 5, que enviou notificação à empresa FGOAL para rescisão do contrato de fornecimento de alimentos bebidas ao clube. Em nota oficial, a diretoria tricolor informou que a decisão foi tomada após identificar que a empresa "movimentou referida agenda financeira" sem autorização formal ou contratual.

Ainda de acordo com o São Paulo, a movimentação financeira foi identificada após analise de informações da plataforma Zig Pay, responsável pela operação de maquininhas de pagamento utilizadas no clube.

"Diante disso, o clube notificou a FGOAL da rescisão contratual por justa causa, com efeito em 30 dias, contados a partir do envio da notificação e solicitou que, em até 15 dias, a empresa apresente as suas explicações."

São Paulo rescindiu contrato com empresa de fornecimento de bebidas e alimentos.
São Paulo rescindiu contrato com empresa de fornecimento de bebidas e alimentos.
Foto: Werther Santana/Estadão / Estadão

Na última semana, a força-tarefa do Ministério Público (MP-SP) e da Polícia Civil de SP abriu uma terceira frente de investigação sobre o São Paulo para apurar cobranças supostamente irregulares a concessionários do clube. Os pagamentos por cartão iriam diretamente ao São Paulo.

O ex-diretor social, Antonio Donizete, o Dedé, disse que a prática se dava para a arrecadação do social e nega enriquecimento pessoal. Ele é investigado por causa de um áudio no qual fala sobre cobranças em cima de empresas que atuam no clube. Na gravação, a qual o Estadão teve acesso, Dedé diz que a taxa para uma empresa entrar no clube varia de R$ 100 mil a R$ 150 mil. Depois, ele fala que é cobrado até 20% do faturamento bruto.

"Isso foi político. Minha saída foi política", disse, justificando que não houve irregularidade. O ex-diretor também divulgou uma nota sobre o tema. "O sistema de vendas que implantamos foi baseado em modelos já utilizados por shoppings e outros clubes. Utilizamos a plataforma da Zig, que hoje atende mais de 2 mil clientes no Brasil, incluindo arenas, restaurantes e clubes", escreveu.

Além deste inquérito, uma primeira investigação foi aberta em outubro, sobre supostos desvios a partir de saques suspeitos feitos em contas do São Paulo e outras movimentações do ex-presidente Júlio Casares.

O segundo inquérito apura o uso irregular de espaços do clube, como o camarote 3A, no MorumBis. Essa investigação também partiu de um áudio, que flagrou a intermediária Rita de Cassia Adriana Prado em conversa com os ex-diretores Mara Casares e Douglas Schwartzmann.

Estadão
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