São Paulo corre risco de começar 2027 com defesa reduzida
Lesões de Domingos Duarte e Sabino, além da possível saída de Rafael Tolói, deixam defesa dependente de decisões da próxima gestão
O São Paulo pode iniciar 2027 com apenas três zagueiros profissionais: Arboleda e os jovens Osorio e Isac. O setor sofre com as lesões graves de Domingos Duarte e Sabino, além da provável saída de Rafael Tolói em fim de contrato. A reformulação da defesa caberá à diretoria eleita em dezembro, que também precisará definir as situações contratuais de Alan Franco e do técnico Dorival Júnior, já que a atual gestão do presidente Harry Massis Júnior congelou contratações até o pleito.
O planejamento do São Paulo para 2027 terá um problema imediato na defesa. Com duas baixas por lesão e a provável saída de Rafael Tolói, o clube pode iniciar a próxima temporada com apenas três zagueiros do elenco profissional: Arboleda, Osorio e Isac. A situação ficará entre as prioridades da próxima administração.
A redução das opções começou a ganhar força no segundo semestre. Logo depois de perder Dória, Alan Franco e Ferraresi, o Tricolor Paulista tentou reorganizar o setor com a chegada de Domingos Duarte e a reintegração de Arboleda. No entanto, Domingos sofreu uma ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho direito em setembro e só deve voltar a jogar perto da metade de 2027.
Lesões e contratos limitam opções para a defesa do São Paulo
A situação de Sabino também mudou o planejamento. O São Paulo anunciou que o zagueiro passará por cirurgia para reparar a cartilagem do joelho direito. Embora o clube ainda não tenha divulgado o prazo de recuperação, a expectativa é que ele não volte a atuar nesta temporada.
Outro caso envolve Rafael Tolói. O contrato do defensor termina em 31 de dezembro, e não deve alcançar a quantidade necessária para ativar a renovação automática até o fim de 2027. Uma nova negociação ainda poderá ocorrer, mas a tendência é que o jogador deixe o clube.
Assim, Arboleda, Osorio e Isac aparecem como as opções disponíveis para o começo do próximo ano. Os dois últimos são formados em Cotia e ainda buscam espaço definitivo no profissional. Igão, que já atuou pela equipe principal, está atualmente integrado ao elenco sub-20 e não aparece como alternativa regular de Dorival Júnior.
A montagem da defesa dependerá da próxima diretoria. A eleição presidencial está prevista para a primeira quinzena de dezembro e terá Vinícius de Medeiros, candidato da situação, e Marcelinho Portugal, pela oposição. Até a definição do novo presidente, a gestão de Harry Massis Júnior não pretende avançar em movimentações relevantes no mercado.
Além disso, a próxima administração terá de decidir o futuro de Alan Franco, emprestado ao Tigres, e avaliar uma possível negociação com Tolói. Também estará em pauta a permanência de Dorival Júnior, cujo contrato termina também no fim do ano, e a continuidade de Rafinha na diretoria de futebol.
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