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Renovação trava e São Paulo tenta não perder Militão de graça

25 abr 2018
18h13
atualizado às 18h37
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A renovação de Éder Militão com o São Paulo está cada vez mais difícil de acontecer. As últimas reuniões envolvendo a diretoria tricolor e o estafe do atleta não geraram resultados positivos para o clube, que agora trabalha para não perder o defensor de graça.

Aos 20 anos, Militão está vinculado ao São Paulo até 11 de janeiro de 2019 e, por isso, pode assinar um pré-contrato com qualquer outra equipe a partir de julho de 2018, justamente quando se abre a janela de transferências.

A imprensa europeia noticiou nos últimos dias que Porto-POR e Manchester City-ING estariam interessados no futebol do versátil jogador, que atua como lateral direito e zagueiro. O assédio estrangeiro, aliás, estaria pesando contra a prorrogação contratual, embora o estafe de Militão demonstre otimismo e afirme reiteradamente que as partes estão se acertando.

O clube do Morumbi tenta renovar com sua cria desde o ano passado. Sucessor de Vinicius Pinotti no cargo de diretor-executivo de futebol, Raí também vem encontrando problemas para segurar Militão.

De acordo com o dirigente, já foram feitas três propostas aos empresários do atleta, promovido ao time profissional por Rogério Ceni em 2017, quando se tornou um dos pilares defensivos da equipe durante a briga contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro.

Diante do imbróglio, embora ainda haja um esforço da diretoria pela renovação, o São Paulo já trabalha com a possibilidade de abrir negociações a fim de não perder Militão sem receber dinheiro em troca, algo que seria considerado desastroso para o clube. Assim, aumentam as chances de o jogador vestir a camisa de outra agremiação a partir de julho.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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