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Santos e Giovanni divergem sobre processo; Peixe espera "1º pagamento"

1 abr 2020
06h08
atualizado às 06h08
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A briga judicial entre Santos, Giovanni Manson e Ajax teve mais um episódio nos últimos dias, pouco tempo depois do clube holandês anunciar a contratação do meia de 18 anos.

Santos e representantes de Giovanni divergem sobre processo (Foto: Divulgação/Ajax)
Santos e representantes de Giovanni divergem sobre processo (Foto: Divulgação/Ajax)
Foto: Gazeta Esportiva

Representantes de Giovanni afirmam que o Peixe desistiu da ação e espera apenas pelo "training compensation", valor proporcional ao tempo de formação. Neste caso, de 500 mil euros (R$ 2,9 mi).

Essas pessoas próximas ao Menino da Vila alegam que o Alvinegro admitiu na FIFA que o atleta possuía vínculo apenas de formação e não havia se comprometido a assinar como profissional.

Essa versão é negada pelo departamento jurídico santista: o processo teria saído da Câmara Nacional de Resoluções de Disputas (CNRD) da CBF e ido à FIFA, sem qualquer desistência.

Os advogados do Peixe se dizem confiantes por vitória na federação internacional baseada na alegação de aliciamento de menor. O Alvinegro relata a tentativa de receber uma indenização e punir disciplinarmente o Ajax por suposto assédio.

O Santos juntou documentos para tentar comprovar o aliciamento na Fifa. Giovanni chegou a viajar para a Holanda e outros países da Europa ainda no ano passado, mas teve de esperar completar 18 anos e a liberação da federação para assinar.

Giovanni disputou a Copa São Paulo de Futebol Júnior em 2019 e não chegou a assinar contrato profissional. O Santos diz ter tentado a renovação e ficado refém do acordo feito ainda pelo ex-presidente Modesto Roma. A antiga gestão fez uma formação de cinco anos consecutivos, forma não permitida pela Fifa.

Os empresários do jovem, mais uma vez, discordam. A versão é de que o Peixe não fez qualquer proposta de renovação e foi surpreendido quando Giovanni saiu.

O caso deve se arrastar na Justiça. O fato é que o training compensation de quase R$ 3 milhões independe da briga e é esperado nos cofres do Santos nos próximos dias.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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