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Neymar se envolve em polêmica envolvendo Marielle Franco

19 out 2026 - 21h15
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Resumo
Neymar virou alvo de críticas nas redes sociais após reagir com um emoji de risada a um vídeo do deputado eleito Rafael Satiê (PL). A postagem ridicularizava a aparência física de uma estudante que homenageava a vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018, durante ato político na PUC-Rio. A atitude do jogador gerou forte repercussão negativa entre internautas, que o acusaram de desrespeitar a memória da parlamentar e endossar ataques a uma manifestante.

Neymar se tornou alvo de críticas nas redes sociais após reagir com um emoji de risada a um vídeo que ridiculariza uma manifestante. A publicação relacionava a aparência da mulher a uma homenagem à vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018 no Rio de Janeiro.

A gravação circulou depois de um ato político em frente à Pontifícia Universidade Católica (PUC), no Rio. A manifestação ocorreu após a instituição proibir atos políticos e reuniu apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Na quinta-feira (15 de outubro), o vereador Rafael Satiê (PL), eleito deputado federal, publicou o conteúdo no Instagram. Nas imagens, uma estudante segura um cartaz e participa do coro em memória de Marielle. A postagem ironiza os pelos nas axilas da manifestante com a seguinte legenda:

"Marielle presente, Prestobarba ausente".

No vídeo, Satiê também faz comentários sobre a aparência da mulher. Neymar reagiu à publicação no sábado (17 de outubro), dois dias após a postagem. Uma captura de tela com o emoji de gargalhada do jogador passou a circular nas redes sociais e ampliou a repercussão do episódio.

Foto: Gávea News

Entre os comentários, internautas criticaram a interação e acusaram Neymar de desrespeitar a memória da ex-vereadora. Outros reprovaram o fato de o jogador reagir a uma publicação que ridicularizava uma participante do protesto.

Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes morreram em um ataque a tiros em 14 de março de 2018, no bairro do Estácio, no Rio. A assessora Fernanda Chaves também estava no veículo e sobreviveu. Em fevereiro de 2026, o Supremo Tribunal Federal condenou cinco réus por crimes relacionados ao caso.

Gávea News
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