Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Patrocinador do Vitória, site de acompanhantes processa jornalista após críticas ao vivo

Apresentador fez fortes comentários sobre a empresa

20 mar 2023 - 11h08
(atualizado às 11h58)
Compartilhar
Exibir comentários

O site "Fatal Model" está processando o jornalista Uziel Bueno, apresentador do Brasil Urgente - Bahia, da TV Band, por difamação. A empresa de agenciamentos de acompanhantes, que patrocina o Vitória, afirma que o comunicador fez comentários ofensivos ao seu negócio e às prostitutas em edições do programa. A informação é do "UOL".

A empresa é um site de busca para acompanhantes que oferece sexo presencial e virtual. Criado em 2016, o Fatal Model é a maior plataforma de anúncios de acompanhantes do Brasil, com mais de 20 milhões de visitantes mensais, figurando entre os principais sites acessados em solo nacional.

No episódio citado pela empresa, Uziel comentava o acordo de patrocínio da "Fatal Model" com o Vitória e acusou o site e o clube de explorarem o trabalho de prostitutas. Na sequência, o jornalista bateu uma espécie de chicote no chão enquanto a tela exibia imagens da porta-voz do site, Nina Sag, assinando o contrato, apertando a mão do presidente do clube

- O time do Vitória patrocinado por site de acompanhantes. Fábio Mota (presidente do Vitória) virou "Fábio Rufião". Eu não tive coragem de mostrar o que tem aqui no site. É bunda, é peito, é pingulim, tudo que você imagina e mais um pouco. O time do Vitória chegou no fundo do poço, mas ele só vive na zona mesmo - disse o jornalista.

O termo "rufião" seria a pessoa que pratica o crime de rufianismo, que consiste em tirar proveito da prostituição de outra pessoa, normalmente tendo parte dos lucros ou sendo sustentado pela pessoa que se prostitui.

Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por Uziel Bueno (@uzielbueno)

A empresa apresentou à Justiça a possibilidade de realizar um acordo com o apresentador para encerrar a ação por difamação. Na proposta, Uziel pagaria R$ 50 mil, a empresa pagaria outros R$ 50 mil, e a quantidade somada seria repassada a oito associações que defendem os direitos de crianças, adolescentes e prostitutas pelo Brasil. Uma audiência do caso está marcada para Abril.

Lance!
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade