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Era um garoto que amava os Beatles, os Stones e o time de 70

Uma homenagem aos 50 anos do maior espetáculo da Terra

21 jun 2020 14h41
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No dia 21 de junho de 1970, ele não tinha completado três anos. Não há registro na memória sobre o Tri, sobre Pelé, Rivellino, Tostão, Jairzinho, Capita, Gerson. Também não há registro sobre o fim dos Beatles, oficializado dois meses antes da final da Copa do Mundo.

A formação: em pé: - Carlos Alberto, Félix, Brito, Piazza, Clodoaldo, Everaldo (e Admildo Chirol, preparador);Agachados - (Mário Américo, massagista) Jairzinho, Gérson, Tostão, Pelé e Rivelino (além de Nocaute Jack, massagista). Divulgação / Site Oficial CBF
A formação: em pé: - Carlos Alberto, Félix, Brito, Piazza, Clodoaldo, Everaldo (e Admildo Chirol, preparador);Agachados - (Mário Américo, massagista) Jairzinho, Gérson, Tostão, Pelé e Rivelino (além de Nocaute Jack, massagista). Divulgação / Site Oficial CBF
Foto: LANCE!

Mas aquele garoto cresceu. Chorou com a derrota da Seleção de 82, se apaixonou pelo Queen e se empolgou com a luta pelas Diretas Já! No meio do caminho, já havia descoberto os Beatles, graças a um vizinho espanhol, que era beatlemaníaco. E graças a outro vizinho, marido da primeira professora que teve, descobriu Tostão.

Sim, o Tostão que hoje nos encanta com suas crônicas na Folha, era o grande ídolo do vizinho. Depois de ver e rever tantas vezes os jogos da Copa de 70, não há mesmo como não se encantar por Tostão e por toda aquele geração de ouro.

Eram anos de chumbo, que o garoto também só descobriria depois, mas havia os Beatles, os Rolling Stones e a Seleção de 70.


 

 

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