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Muros do Palmeiras são pichados com protestos contra Galiotte e Mattos

Clube age rápido e cobre vandalismos que continham críticas como 'Presidente Omisso', 'Fora Mattos' e 'Esquemattos'

26 out 2019 12h35
| atualizado às 12h35
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Os muros da sede social do Palmeiras, na zona oeste de São Paulo, foram pichados na madrugada deste sábado, com mensagens de protestos direcionadas ao presidente Maurício Galiotte e ao diretor de futebol Alexandre Mattos.

O clube foi rápido e cobriu as pichações pintando o muro de verde escuro. "Presidente Omisso", "Fora Mattos" e "Esquemattos" foram as expressões usadas no protesto.

Galiotte e Mattos têm sido alvos constante de ataques da Mancha Alviverde, principal torcida organizada do Palmeiras, que quer a saída imediata do diretor de futebol. A pressão sofrida pelo mandatário e pelo dirigente começou após os resultados ruins do time em campo.

A equipe alviverde foi eliminada da Copa do Brasil e da Copa Libertadores e é o vice-líder do Campeonato Brasileiro, mas está muito distante do Flamengo, que lidera o torneio com 10 pontos de vantagem para o time de Mano Menezes.

Mattos tem sido o principal alvo de críticas. Manifestantes da Mancha Verde já fizeram protestos em frente à casa do cartola e chegaram até a mandar buquê de flores à esposa do dirigente, como forma de intimidação, fato que fez Mattos acionar na Justiça André Guerrá, diretor da organizada.

Os membros da torcida acusam o dirigente de "roubar" o clube e dizem que ele fazia relações que davam a entender supostas irregularidades financeiras na compra e venda de jogadores.

Recentemente, o Blog do Perrone publicou uma reportagem que mostra que Mattos aluga dois apartamentos para membros da comissão técnica do Palmeiras e que eles tiveram um aumento no auxílio-moradia a pedido do próprio dirigente.

Estadão
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