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Monza bate recorde de público em dia de vitória épica de Antonelli

Autódromo recebeu mais de 400 mil pessoas durante GP da Itália

6 set 2026 - 13h47
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Resumo
O GP da Itália de F1 fez história com a vitória épica do italiano Kimi Antonelli (Mercedes), que largou em 19º e quebrou um jejum de 60 anos de pilotos locais no topo do pódio de Monza. O evento bateu recorde absoluto de público ao superar 400 mil espectadores em três dias, sendo 64% estrangeiros. Além do sucesso esportivo, o impacto econômico da prova foi estimado em 208 milhões de euros, consolidando uma alta de 8% e reafirmando a força do automobilismo para o turismo no país.

O Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1 entrou para a história neste domingo (6) com uma combinação rara: uma vitória italiana épica e um recorde absoluto de público.

    Kimi Antonelli, da Mercedes, largou da 19ª posição, protagonizou uma corrida de recuperação e venceu em Monza, tornando-se o primeiro piloto da casa a subir ao degrau mais alto do pódio na prova em 60 anos.

    "Legendário, épico. Provavelmente não existem adjetivos apropriados para definir o que Kimi Antonelli realizou na pista de Monza. Nem no mais belo dos sonhos se poderia imaginar o que aconteceu hoje no Templo da Velocidade", afirmou o presidente do Automóvel Clube da Itália, Geronimo La Russa.

    Segundo o dirigente, o GP da Itália superou pela primeira vez a marca de 400 mil espectadores ao longo dos três dias de evento. "Desejo dirigir 400 mil agradecimentos, porque os torcedores são o coração de Monza", acrescentou La Russa, definindo a etapa como "ícone do orgulho italiano".

    Além disso, de acordo com dados divulgados pelo ministro do Turismo, Gianmarco Mazzi, o impacto econômico do GP de Monza foi estimado em 208 milhões de euros (R$ 1,2 bilhão), alta de 8% em relação a 2025.

    Mais de 64% dos espectadores eram internacionais, provenientes de 69 países, com destaque para Alemanha, Suíça, Reino Unido, Polônia e França. "Eis a força dos grandes eventos esportivos e do turismo a eles associado", afirmou Mazzi.

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Ansa - Brasil
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