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MMA

Convivência tranquila entre A. Silva e C. Weidman marca turnê mundial

30 set 2013 - 07h47
(atualizado às 07h47)
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Anderson Silva e Chris Weidman evitaram provocações e trocaram elogios no Rio de Janeiro
Anderson Silva e Chris Weidman evitaram provocações e trocaram elogios no Rio de Janeiro
Foto: Alexandre Loureiro/ Inovafoto/ UFC / Divulgação

Nos últimos sete dias, o ex-detentor do cinturão dos médios do UFC, Anderson Silva, vem viajando ao lado do rival Chris Weidman, para promover a revanche no UFC 168, que acontecerá no dia 28 de dezembro, na MGM Grand Garden Arena, em Las Vegas.

A turnê mundial que começou no dia 23 de setembro e se encerra nesta segunda-feira em São Paulo, percorreu desde o dia 23 setembro, as cidades de Los Angeles, Las Vegas, Nova Iorque, Bristol, Miami e Rio de Janeiro.

Para o lutador brasileiro, essa proximidade com o seu rival tem sido legal, já que pôde conhecê-lo melhor. Silva reconheceu que a vitória de Weidman foi importante para que o norte-americano conquistasse novamente sua casa, que foi devastada há um ano após a passagem do furacão Sandy pela costa leste dos Estados Unidos.

“Nossa convivência tem sido normal. Somos dois atletas, dois pais de família, é tudo normal. É legal poder ver, e não é hipocrisia, o que eu vou falar. O quanto ele se dedicou. O quanto eu servi de exemplo para que ele pudesse conquistar o seu desejo, que era lutar comigo. É legal vê-lo como campeão. Ele passou por uma fase difícil, que foi a perda da casa dele e hoje já recuperou isso tudo, graças ao UFC, por ter lutado comigo. Tenho mais que agradecer a Deus. Vou treinar para vencer, mas estou feliz por ele estar vivendo esse momento, ao qual eu já vivi muitas vezes. Isso é muito legal”, disse o brasileiro.

Lutador acerta "chute destruidor" e desmaia oponente:

Já Weidman afirmou que o título lhe trouxe mais popularidade e também uma nova casa. E confirmou que passou por uma época complicada e difícil após o furacão.

“O cinturão me deu mais popularidade. Eu tive o problema com o furacão e comprei uma nova casa. Antes da luta eu estava em um lugar apertado e muito pequeno, com a minha mulher e as crianças. Foi uma época difícil após o furacão. Mas agora eu consegui organizar melhor a minha vida”, finalizou o atual campeão dos médios.

Fonte: Artevista Comunicação, Assessoria e Empreendimentos Culturais Ltda - Especial para o Terra Artevista Comunicação, Assessoria e Empreendimentos Culturais Ltda - Especial para o Terra
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