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COI decreta fim da suspensão do COB depois de quatro meses

COI elogiou a medidas feitas pelos COB e encerrou a suspensão

3 fev 2018
19h35
atualizado às 20h34
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A medida de suspensão do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) se deve ao fato de uma acusação de compras de votos para os Jogos de 2016. E, neste sábado, o Comitê Olímpico Internacional, em reunião na Coreia do Sul, onde muitos dirigentes estão hospedados para os Jogos Olímpicos de Inverno, decidiu interromper os quatro meses de suspensão do COB.

Sem a suspensão, o COB vai começar a receber subsídios financeiros da Instituição Internacional(Foto: Divulgação)
Sem a suspensão, o COB vai começar a receber subsídios financeiros da Instituição Internacional(Foto: Divulgação)
Foto: LANCE!

Em análise, o COI observou que não é a entidade que tem culpa na acusação, e sim os membros inseridos nela, como por exemplo, Carlos Arthur Nuzman, que estava envolvido nas acusações. Agora, sem a suspensão, o COB começa a receber subsídios financeiros da Instituição Internacional.

"Estamos muito felizes com a decisão do COI. É um reconhecimento ao trabalho e ao esforço que o Comitê Olímpico do Brasil vem fazendo ao longo dos últimos três meses, pautados na austeridade, meritocracia e transparência e em conformidade com a Agenda 2020 do COI. Estamos certos de que com seu novo estatuto, o COB é hoje um exemplo de boa governança para entidades esportivas do mundo todo. Vamos continuar trabalhando firmemente para ratificar esse compromisso com uma gestão moderna do esporte", comemorou o presidente do COB, Paulo Wanderley, após ter sido informado pelo porta voz do COI, Mark Adams.

A expectativa é que o COB receba US$ 2.173.500,00 referentes ao saldo restante de 2017 e mais US$ 3.015.000,00 no final de 2018, de acordo com o que prevê o contrato com o COI.

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