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Laís Nunes perde, mas pode ir à repescagem na luta olímpica

Brasileira estreou na madrugada desta terça-feira, com uma derrota por 4 a 1 para a búlgara Taybe Mustafa Yusein

3 ago 2021 03h20
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Dentro de uma chave complicada na disputa dos 62 kg da luta livre feminina dos Jogos de Tóquio, Laís Nunes estreou na madrugada desta terça-feira, com uma derrota por 4 a 1 para a búlgara Taybe Mustafa Yusein, uma das favoritas ao ouro. Apesar do revés, a brasileira ainda não está eliminada, já que pode ganhar o direito de disputar a repescagem caso a algoz chegue à final.

Brasileira Lais Nunes foi derrotada por Taybe Yusein, da Bulgária, nesta terça-feira, em Tóquio Leah Millis/Reuters
Brasileira Lais Nunes foi derrotada por Taybe Yusein, da Bulgária, nesta terça-feira, em Tóquio Leah Millis/Reuters
Foto: Leah Millis / Reuters

Depois de vencer Laís, Yusein derrotou Bolortuya Khurelkhuu, da Mongólia, nas quartas de final. Por isso, vai enfrentar a japonesa Yukako Kawai nas semifinais, em luta que será disputada na série de confrontos que começa a partir das 6 horas. Se a búlgara conseguir a vitória, a lutadora do Brasil enfrenta Khurelkhuu no duelo da repescagem que levaria a vencedora à disputa do bronze contra Kawai.

"Tenho expectativa para a repescagem, a minha adversária é forte, foi campeã mundial e recentemente vice-campeã mundial, então acredito que eu consiga ir e a gente tem que estar pronto para tudo", disse Laís após a derrota, lembrando que Yusein foi campeã mundial da categoria em 2018.

As repescagens serão disputadas a partir das 23 horas desta terça, pelo horário brasileiro, com a disputa das medalhas de bronze e do ouro na sequência. Laís Nunes é a única representante do Brasil que restou na disputa das lutas olímpicas, após as eliminações de Aline Silva na luta livre e de Eduard Soghomonyan na greco-romana. Os dois também caíram na primeira fase, mas não conseguiram a repescagem.

Em sua segunda Olimpíada após disputar os Jogos do Rio em 2016, Laís foi quinta colocada do Campeonato Mundial em 2016 e é considerada o grande destaque da modalidade no País. Hoje com 28 anos, ela chama atenção desde cedo, após conquistar medalhas de ouro nas categorias cadete (até 17 anos), júnior (até 20 anos) e sênior (acima de 20) do pan-americano.

Estadão
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