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Ídolo do São Paulo, Raí vai carregar tocha olímpica de Paris-2024

Ex-jogador participará do revezamento no dia 23 de julho

12 jun 2024 - 15h19
(atualizado às 15h46)
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Raí vai participar do revezamento da tocha olímpica
Raí vai participar do revezamento da tocha olímpica
Foto: Reprodução/Instagram/Raí

Ídolo do São Paulo e do PSG, Raí anunciou nesta quarta-feira, 12, que vai participar do revezamento da tocha olímpica dos Jogos de Paris-2024. O ex-jogador vai carregar a chama em 23 de julho, três dias antes da abertura do evento. 

O trecho de 200 metros será percorrido em Versalhes, município vizinho à cidade-luz. Orgulhoso por ter sido escolhido, o ex-camisa 10 relembrou sua trajetória e relação com a França.

"Cheguei ao país das Olimpíadas em 1993 como atleta profissional. Aqui vivi com família e filhas, fiz muitos amigos, fui capitão do Paris Saint-Germain, me inspirei pra criar a Gol de Letra, me tornei cidadão francês, mestre em Política Pública. Hoje, sou embaixador do Paris FC e tenho muito orgulho de ser considerado símbolo desta relação França/Brasil, Brasil/França", escreveu o ex-atleta.

Raí também destacou seu engajamento na campanha pela escolha de Paris como cidade-sede dos Jogos Olímpicos: "Participei ativamente da campanha para trazer um dos maiores eventos do mundo para Paris. Recebo este convite para carregar a tocha como um reconhecimento desta linda história de amor, aprendizados, conquistas e realizações, ainda longe de acabar".

Em outro post, o ex-jogador mostrou o início dos preparativos para o revezamento da tocha olímpica. Ele experimentou a roupa que será usada no momento especial e fez as fotografias oficiais dos Jogos Olímpicos.

Essa será a segunda vez que Raí participa da condução da chama. Em 2016, ele carregou a tocha rumo aos Jogos do Rio.

Vida na França

Recentemente, Raí, de 59 anos, anunciou a conclusão do mestrado em Política Pública no Instituto SciencesPo, em Paris. Com o título do mestrado em mãos, ele revelou que, agora, pretende iniciar um projeto na região Nordeste do Brasil.

Engajado em causas sociais, o ex-jogador foi um dos criadores da Fundação Gol de Letra, que contribui com a educação de crianças e jovens de comunidades.

Fonte: Redação Terra
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