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Retrospectiva LANCE!: antes sinônimo de solidez, defesa do Grêmio teve rendimento ruim em 2021

Irregularidade técnica e também por lesões de peças fundamentais no setor pesaram para considerável acúmulo de gols sofridos no ano

21 dez 2021 07h58
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Além de um estilo de jogo baseado na imposição técnica e troca de passes com a velocidade de transição, outro ponto destacável nos últimos anos quando se observavam as partidas do Grêmio era a consistência defensiva da equipe. Seja pela qualidade técnica como também pelo entrosamento diante da manutenção de diversas peças. Porém, é igualmente possível concluir que a queda brusca nos resultados e o traumático rebaixamento para a Série B do Brasileirão também passa pela inconstância absoluta do setor em questão.

Lucas Uebel/Divulgação
Lucas Uebel/Divulgação
Foto: Lance!

Os números gerais da defesa gremista, em comparação com as últimas três temporada, reflete bem os problemas que a equipe teve para conter os sistemas ofensivos dos mais diversos adversários. Enquanto em 2019 a equipe tomou 55 gols em 73 jogos e 46 tentos em 2020 (ano com menos partidas por alterações forçadas de calendário em razão da pandemia), no ano de 2021 foram 82 gols tomados durante os 72 confrontos disputados.

ZAGUEIROS

Outrora símbolos de consistência, regularidade e apontados por alguns anos como a melhor dupla do futebol brasileiro, Geromel e Kannemann viveram um ano bastante marcado por problemas físicos que refletiram diretamente em sua disponibilidade com reais condições físicas para Renato Portaluppi, Thiago Nunes, Thiago Gomes, Felipão e, por fim, Vagner Mancini.

Diante deste cenário, atletas mais jovens precisaram ser acionados em circustâncias menos favoráveis, casos de Rodrigues (que já acumula certa experiência), e Rhuan, nomes que não conseguiram manter o mesmo grau de eficiência dos anteriores "donos" da posição.

LATERAIS

A transição de nomes nas laterais do Grêmio foi bastante intensa em muito pelas saídas e chegadas do plantel como, por exemplo, Victor Ferraz deixando o clube e a chegada de Rafinha para o mesmo setor. No entanto, veio da casa a opção com maior regularidade no lado direito com Vanderson sendo um dos poucos pontos positivos no ano do Imortal. Não à toa, inclusive, sua contratação vem sendo disputada por clubes europeus como o Brentford, da Inglaterra, e os franceses do Monaco.

No lado esquerdo, Diogo Barbosa e Cortez foram aqueles que mais atuaram no setor onde, apesar do segundo citado ter terminado o ano atuando, já não faz mais parte dos planos do Tricolor dentro do processo de reformulação estabelecido pela diretoria.

Lance!
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