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Sampaoli nega acerto mas garante vontade de treinar Argentina: "Tenho que ir"

19 mai 2017
12h25
atualizado às 12h37
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O técnico Jorge Sampaoli admitiu nesta sexta-feira que pretende se transferir para a seleção argentina, mas que ainda não há nada certo entre a federação do país e o Sevilla, seu clube atual, por isso, a contratação não pode ser anunciada oficialmente.

"Sinto que só deixaria meu emprego e tudo o que fiz para chegar a treinar em uma das melhores ligas, para acertar com a seleção de meu país. É algo que, agora, eu não poderia rejeitar", disse o comandante, em entrevista coletiva.

Sampaoli explicou que está consciente de que há um contrato até junho de 2018 com o Sevilla, e que é preciso respeitá-lo, por isso, não é possível dizer que está tudo certo para comandar a Argentina, rechaçando as informações da imprensa do país sul-americano, que já apontavam para a divulgação de uma possível convocação, hoje.

"Há uma intenção clara para que me chamem para comandar a seleção", confirmou o treinador, sem cravar, no entanto, que o duelo do Sevilla com o Osasuna, amanhã, pela última rodada do Campeonato Espanhol seja seu último no clube.

"Tenho contrato, e isso dever ser resolvido entre a AFA (Associação de Futebol Argentina), com o presidente (do Sevilla, José Castro), embora sinta que tenho que ir. Diante da necessidade do meu país, tenho que ir", garantiu.

A multa rescisória, para qualquer clube ou seleção que queira contratar Sampaoli sem a necessidade de negociar com o Sevilla é de 1,5 milhão de euros (R$ 5,5 milhões).

"Eu não entro nos temas contratuais. Se não houver acordo, sigo tendo vínculo com o Sevila. Aí o clube é que precisa avaliar se isso é ser segunda opção ou não. O presidente precisaria decidir", afirmou.

EFE   

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