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Samir Xaud sobe o tom para reclamar de partida contra Bolívia: 'Uma verdadeira várzea'

Presidente da CBF cita truculência da polícia local, antijogo de gandulas e diz que Brasil 'jogou contra a arbitragem'

10 set 2025 - 00h40
(atualizado às 08h11)
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O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, inflamou o discurso após a derrota do Brasil para a Bolívia pela última rodada das Eliminatórias da Copa. O dirigente reclamou de antijogo, da arbitragem e até mesmo da polícia que trabalhava na partida em El Alto.

Xaud prometeu levar o relato à Conmebol, em cobrança. Segundo ele, atos truculentos da polícia contra a delegação brasileira chegaram a ser gravados. "Uma tristeza o que ocorreu hoje aqui. Viemos para jogar futebol e o que nós vimos foi um antijogo. Mesmo com essa altitude de 4 mil metros, jogamos contra arbitragem, contra a polícia, contra os gandulas, tirando as bolas de campo, colocando bolas dentro de campo", falou na zona mista do Estádio Municipal de El Alto.

"Uma verdadeira várzea hoje. É o que nós não esperamos para o futebol mundial nem para o futebol sul-americano", completou.

Após a derrota para a Bolívia, O Brasil fechou as Eliminatórias com o pior desempenho no atual formato. A próxima Data Fifa será de amistosos para a seleção brasileira. No dia 10 de outubro, o time de Carlo Ancelotti enfrenta a Coreia do Sul, em Seul. Depois, no dia 14, o adversário será o Japão, em Tóquio.

A Bolívia terminou as Eliminatórias Sul-Americanas em sétimo lugar e vai ter de disputar a repescagem para ir à Copa do Mundo do México, Canadá e Estados Unidos. Serão seis os times envolvidos na briga por duas vagas no Mundial, mas, além da seleção boliviana, a única participante confirmada é a Nova Caledônia, representante da Oceania.

Estadão
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