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Qual será o futuro do Super Mundial de Clubes? Presidente da Fifa responde

12 jul 2025 - 22h21
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O presidente da Fifa, Gianni Infantino, utilizou a véspera da final do Mundial de Clubes entre Chelsea e PSG para fazer um balanço da competição e reforçar sua importância no calendário global. A coletiva foi realizada em Nova York, local da decisão, neste sábado (12 de julho), às vésperas da partida marcada para domingo, às 16h (horário de Brasília).

Gianni Infantino, presidente da Fifa (Foto: Divulgação)
Gianni Infantino, presidente da Fifa (Foto: Divulgação)
Foto: Gianni Infantino, presidente da Fifa ( Divulgação) / Gávea News

Durante o evento, Infantino revelou que o torneio gerou aproximadamente 2,1 bilhões de dólares em receitas, com média de 33 milhões por partida. Os valores consideram cotas de televisão, patrocínios, bilheteria e acordos comerciais, consolidando o torneio como o mais lucrativo entre as competições interclubes promovidas pela Fifa.

"O Mundial de Clubes foi um enorme, enorme sucesso. A era de ouro do futebol acabou de começar", declarou Infantino ao lado de ex-jogadores como Ronaldo, Kaká, Del Piero, Roberto Baggio, Stoichkov e Cambiasso.

Apesar dos números expressivos, o dirigente foi questionado sobre o futuro do torneio. Evitou cravar detalhes, mas admitiu que mudanças estão em análise para a próxima edição, prevista para 2029. O Brasil aparece como um dos postulantes a sede, concorrendo com Espanha, Marrocos e Arábia Saudita.

Infantino despistou ao ser perguntado sobre a possibilidade de o Mundial ser disputado a cada dois anos, mas reconheceu que o formato atual pode passar por ajustes. "Claro que queremos trazer melhorias. Recebemos críticas justas, principalmente sobre o sistema de participação dos clubes", comentou ao tratar da limitação de quatro equipes por país, o que impediu a presença de mais clubes europeus no atual modelo.

Em apoio ao presidente da Fifa, Ronaldo foi direto ao rebater críticas. "Eu vi só dois caras fazendo críticas sobre a Copa do Mundo de Clubes. Um deles odeia tudo que não é a Liga. O outro a gente respeita, mas eu penso que é como o presidente falou: são fatos e números".

Também presente na coletiva, o búlgaro Stoichkov reagiu à resistência de treinadores e dirigentes europeus. Segundo ele, reclamações sobre excesso de jogos são contraditórias frente ao calendário apertado das competições da Uefa. "Em algumas ligas europeias, alguns treinadores e jogadores se queixam, mas não estão aqui. Estão de férias e criticando. Quantos jogos estão jogando?", questionou o ex-jogador.

Embora tenha evitado antecipar mudanças, Infantino reforçou o compromisso com a continuidade do torneio no calendário. "Vamos pensar nisso só mais para frente. Agora, iremos à frente com isso, e aí, em 2029 nós veremos", finalizou.

Gávea News
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