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Mundial de Clubes

Saiba quem é o corintiano que promete arrebentar pelo Ulsan

6 dez 2012 - 18h35
(atualizado às 18h35)
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Aos 25 anos, o atacante Rafinha é um dos dois brasileiros inscritos pelo Ulsan Hyundai no Mundial de Clubes da Fifa. O jogador nascido em Osasco (SP) é uma das esperanças de gol do campeão asiático para surpreender na competição que acontece no Japão. O outro representante do País na equipe sul-coreana é o meio-campista Maranhão.

Rafinha brasileiro do Ulsain Hyundai
Rafinha brasileiro do Ulsain Hyundai
Foto: André Naddeo / Terra

Ainda na expectativa para a estreia diante do Monterrey (MEX), no dia 9, Rafinha conversou com a reportagem do Terra sobre a expectativa para a competição e o possível sonho de atuar diante de Chelsea e Corinthians, time de coração do jogador na infância, no torneio disputado em Yokohama e Toyota.

Antes do sonho, o Ulsan precisará passar pelos mexicanos para encarar na semifinal o Chelsea. Se conseguir a proeza de vencer os ingleses, os coreanos poderiam ter uma final hipotética contra os corintianos.

Nascido na Grande São Paulo, Rafinha atuou nas categorias de base do Nacional-SP e atuou por outras três equipes do Japão – Avispa Fukuoka, Thespa Gabatsu e Gamba Osaka (clube no qual se destacou). Além disso, o jogador teve passagens rápidas por Juventus-SP e Votoraty-SP.

Neste ano, o Gamba Osaka caiu de rendimento, e o atacante brasileiro trocou o Japão pela Coreia. No Ulsan, conquistou a Liga dos Campeões da Ásia e a chance de estrear em um Mundial da Fifa. “Ainda bem que saí de lá. O time caiu”, disse.

Para 2013, Rafinha disse que ainda não tem nada fechado, mas espera se destacar no Mundial para seguir o futuro em outro clube, apesar de o Ulsan ter interesse em sua permanência.

Mesmo sem ter raízes nipônicas ou asiáticas, o atacante brasileiro brinca com os seus olhos levemente puxados. “Eu mesmo apelidei de negro raro por causa do nariz fino e dos olhos puxados”, disse.

Veja a entrevista na íntegra de Rafinha

Origem

Comecei nas categorias de base do Nacional-SP quando tinha 11 anos. Me profissionalizei aos 17 anos disputando as divisões de acesso do Paulista, fiquei dois anos e acabei indo para o Japão em 2007 em um time de segunda divisão (Avispa Fukuoka). Lá tive problemas com um treinador alemão, fiquei praticamente um ano sem jogar e retornei em 2008 para o Brasil.

Fui para o Paulista de Jundiaí, mas aí o treinador queria que eu jogasse de lateral. Tinha de correr, marcar e acabei indo para o banco de reservas. Depois tentou me passar para volante. Machuquei o tornozelo e fiquei um tempo parado, e acabei indo para o Juventus, mas não tive muitas oportunidades. Em 2009, com o técnico Fernando Diniz, joguei pelo Votoraty e fomos campeões da A3 do Paulista e da Copa Federação Paulista.

Quis voltar para o Japão e me destaquei pela segunda divisão pelo Thespa. Acertei em 2011 com o Gamba Osaka. Depois de fazer uma boa primeira temporada, tivemos problemas neste início de ano e acabaram demitindo a comissão técnica brasileira, trocando por um japonês. O técnico novo começou com a palhaçada de me colocar no banco e pedi ao meu empresário para sair. Acabei me dando bem vindo para o Hyundai.

Vida na Ásia

Me viro em japonês, mas coreano é mais difícil. Prefiro morar no Japão à Coreia, pois a comida lá é mais apimentada.

Sempre procuro (na Coreia) ir a um restaurante italiano, turco e de vez em quando chinês. Comi umas carnes lá na Coreia que prefiro nem perguntar a origem (risos). Não sei se já comi carne de cachorro ou até de rato (brinca).

Família

Dia de folga é ir para o shopping, shopping e shopping. Minha mulher está no Brasil agora por causa do nascimento do meu filho (no último dia 16). Espero conhecer o Enzo depois do Mundial.

Corinthians

Em 2008, eu entrei no segundo tempo no jogo que o Acosta fez um gol de letra (pelo Campeonato Paulista), mas joguei de lateral e o gol não foi nas minhas costas (brinca). Seria muito bom pegar o Corinthians ainda mais em um Mundial, especialmente se formos para a final.

Passado corintiano

Tinha 13 anos, mas lembro que estava tomando sorvete (durante a final do Mundial de Clubes de 2000). Me recordo que nos pênaltis (quando acabaram) dei uns oito mortais. Mas em 2012 quero que o título seja do Ulsan.

Chelsea

A gente acompanha pela internet. A ansiedade está enorme. Sabemos que eles saíram na primeira fase da Liga dos Campeões, mas futebol sabe como é... Futuro

Meu futuro ainda não está decidido. Há umas propostas, mas vamos esperar o Mundial para resolver.

Fonte: Terra
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