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Presidente da Uefa reprova Superliga e faz ameaça

Aleksander Ceferin diz que conta com apoio da Fifa para proibir atletas de disputarem jogos com as suas seleções caso participem do torneio

19 abr 2021 11h05
| atualizado às 11h13
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Aleksander Ceferin, presidente da Uefa, se pronunciou de forma contrária à criação da Superliga europeia nessa segunda-feira. Além disso, Cerefin adotou medidas severas aos jogadores que participarão da competição, afirmando que quem jogar a Superliga não poderá mais jogar pela sua seleção nacional.

Presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, chega para entrevista coletiva em Stara Pazova, na Sérvia
3103/2017 REUTERS/Antonio Bronic
Presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, chega para entrevista coletiva em Stara Pazova, na Sérvia 3103/2017 REUTERS/Antonio Bronic
Foto: Reuters

"Todos os jogadores que participarem dessa competição não poderão representar a seleção. Todas as confederações estão de acordo com isso", referiu Ceferin. "A classificação para as competições europeias deve teve como base o mérito e que todos possam competir contra todos. Todos estamos contra este movimento", completou.

O presidente aproveitou para falar do novo formato da Liga dos Campeões, que pode ocorrer a partir de 2024. "Preparámos uma Liga dos Campeões moderna e atrativa, na qual todos podem participar e ganhar", apontou.

Milan, Arsenal, Atlético de Madrid, Chelsea, Barcelona, Internazionale, Juventus, Liverpool, Manchester City, Manchester United, Real Madrid e Tottenham são os clubes fixos da Superliga. Perguntado se a Liga dos Campeões poderia acontecer sem esses times, Ceferin afirma: "Poderia sim. Na Europa há muitos times, e bons. A Champions continuará com ou sem eles".

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