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Liga dos Campeões

Guardiola quer Manchester City com nervos no lugar para vencer Real Madrid: 'Emoções vão ser fortes'

Equipes decidem vaga à final da Champions League nesta quarta-feira, na Inglaterra, após empate em 1 a 1 no Santiago Bernabéu

16 mai 2023 - 15h37
(atualizado às 15h37)
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Diante de um rival tão poderoso e com tanta tradição em conquistar títulos da Liga dos Campeões, nada melhor do que estar preparado emocionalmente para não correr o risco de ficar pelo caminho. Acostumado a enfrentar e fazer frente ao Real Madrid desde os tempos de Barcelona, Pep Guardiola, técnico do Manchester City, deu o tom do que seu time deve esperar na partida desta quarta-feira, na Inglaterra.

"As emoções vão ser fortes e para vencer o Real Madrid é preciso ter um plano. Meu sentimento é que temos que ser melhores do que no jogo de ida. Temos de criar mais oportunidades, pois temos pela frente um adversário ainda mais forte", comentou o treinador durante entrevista coletiva nesta terça-feira.

O Manchester City tem a chance de se garantir na final do torneio jogando sob o apoio dos seus torcedores. Depois de empatar o primeiro confronto da semifinal por 1 a 1, uma vitória simples assegura o time na decisão da Liga dos Campeões. Ao falar do rival, o treinador espanhol deu a receita do seu "modus-operandi".

"Sempre enfrentei os jogos contra o Real Madrid pensando no meu time. Sem desrespeito ao adversário, mas nessas partidas tenho que pensar muito no que eu preciso fazer. Conhecer o Real não significa que você pode controlá-lo", comentou.

Ao falar da tradição do Real Madrid no torneio mais nobre da Europa, Guardiola relacionou o número de taças conquistadas às equipes que o gigante espanhol sempre montou ao longo de sua história. No discurso, ele também tratou de valorizar o momento do City, que está muito perto de conquistar o Campeonato Inglês e também é um dos finalistas da Copa da Inglaterra.

"Basicamente o que eu diria sobre o Real Madrid é que eles sempre tiveram jogadores de altíssimo nível. Sem esses atletas extraordinários, não dá para vencer um campeonato tão qualificado. Quanto ao City, o meu legado já é excepcional. Estamos há cinco ou seis anos ganhando muitas coisas e jogando muito bem, o que é importante", comentou.

Estadão
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