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Argentina

Na Argentina, ex-gremista lê Che Guevara para ser um capitão melhor

18 ago 2012 - 10h28
(atualizado às 10h33)
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Goleiro que foi titular do Grêmio em 2007, Sebastian Saja tem uma tática para ser um capitão melhor em seu atual clube, o Racing. O experiente jogador, 33 anos, lê "coisas" de Ernesto Che Guevara e Fidel Castro para se preparar para falar com os mais jovens e ser um líder melhor.

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Em entrevista à revista NosDigital, Saja disse que começou a "ler coisas de Che" há um ano, gostando muito. Ele ainda contou que, após um técnico vê-lo lendo esses livros no avião, presenteou-lhe com uma obra relacionada a Che e outra a Fidel Castro.

Saja classificou ambos, que participaram na Revolução Cubana que culminou na derrubada do militar Fulgencio Batista em 1959, como "figuras que transcenderam todas as barreiras". O goleiro analisou que as pessoas, concordando ou não com as ideias de Che e Fidel, têm "muitas coisas" a aprender com essas personalidades.

Saja ainda ressaltou que Che Guevara, embora pudesse ter ficado satisfeito com a tomada do poder e a consequente transformação de Cuba em um país comunista, tentou implementar seus ideais na África e na América do Sul. O goleiro comparou essa história ao futebol, avaliando que seria como ganhar a Copa do Mundo e saber que não se terminou tudo, porque "sempre há mais coisas para jogar e mais partidas para ganhar".

O goleiro, que disse ver em Che um "líder positivo" que sempre "quer mais", admitiu que ainda não conseguiu influenciar os atletas mais jovens do Racing a ler livros desse tipo - por agora estes "estão jogando" videogame ou cartas, nas palavras do veterano.

Saja, porém, destacou que antes também não costumava ler, mas começou a se interessar pelas obras de Dan Brown como o Código Da Vinci e depois pegou gosto, "encontrando coisas novas".

O capitão do Racing está no clube desde 2011. Revelado pelo San Lorenzo, ele defendeu o Grêmio por empréstimo em 2007, sendo vice-campeão da Copa Libertadores da América. O atleta atuou ainda no Brescia, Rayo Vallecano, América, Córdoba e AEK Atenas.

O argentino Sebastián Saja foi campeão da Copa Mercosul em 2001 aos 22 anos e logo despertou a cobiça de clubes europeus. Do San Lorenzo, iniciou uma peregrinação por Brescia, Rayo Vallecano, América do México e Córdoba-ESP. Longe de seus melhores dias, chegou ao Grêmio em 2007 e, inicialmente, não decepcionou - chegou a marcar um gol de pênalti no Brasileiro. O clube de Almagro, porém, não renovou seu empréstimo, e Saja acabou frustrando a torcida gremista ao ir embora.
O argentino Sebastián Saja foi campeão da Copa Mercosul em 2001 aos 22 anos e logo despertou a cobiça de clubes europeus. Do San Lorenzo, iniciou uma peregrinação por Brescia, Rayo Vallecano, América do México e Córdoba-ESP. Longe de seus melhores dias, chegou ao Grêmio em 2007 e, inicialmente, não decepcionou - chegou a marcar um gol de pênalti no Brasileiro. O clube de Almagro, porém, não renovou seu empréstimo, e Saja acabou frustrando a torcida gremista ao ir embora.
Foto: Getty Images
Fonte: Terra
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