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Foto de Diego Maradona em hospital gera polêmica

Parte da família acredita que clique, onde o ídolo argentino aparece com um curativo na cabeça, não deveria ter sido divulgado

26 nov 2020
12h23
atualizado às 13h25
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O último registro público de Diego Armando Maradona, que morreu na última quarta-feira, aconteceu por meio da publicação de uma foto, no dia 11 de novembro. O clique, onde o ídolo argentino aparece com um curativo na cabeça, ainda no hospital, ao lado de seu médico pessoal, Leopoldo Luque, incomoda parte de seus familiares. Isso segundo a imprensa do país alviceleste.

Na ocasião, Maradona havia acabado de receber alta da Clínica Suizo Argentina, em La Plata, onde foi submetido a uma cirurgia para tratar um hematoma no lado esquerdo de sua cabeça. "Jamais tive intenção de gerar algum conflito. Peço desculpas aos que se sentiram ofendidos", disse Leopoldo, responsável pela publicação da imagem.

Maradona ao lado de seu médico, Leopoldo Luque, no dia em que recebeu alta. 
Maradona ao lado de seu médico, Leopoldo Luque, no dia em que recebeu alta.
Foto: Reprodução / Estadão Conteúdo

Segundo o médico, sua intenção era mostrar que Maradona estava melhor. Isso porque em sua última aparição pública, antes da internação, no dia 2 de novembro, o ídolo nacional aparentava estar debilitado e apresentava dificuldades de locomoção."Pensei que seria uma imagem para apagar a última de Diego", revelou.

Leopoldo disse ainda que a publicação da imagem teve o consentimento de Maradona. "A foto foi acertada com o Diego. Quero esclarecer que não foi minha decisão. Não foi algo que decidi sozinho", afirma. Liberado da internação, o ex-jogador pôde terminar seu período de recuperação em casa, mas morreu semanas depois, vítima de uma parada cardiorrespiratória.

Cerca de duas semanas depois, Maradona faleceu em decorrência de uma parada cardiorrespiratória. A notícia, que pegou o mundo de surpresa, foi a princípio divulgada pelo jornal Clarin e posteriormente confirmado pelo advogado do ex-jogador. Seu velório foi iniciado na manhã desta quinta-feira, na Casa Rosada, sede do Governo Argentino.

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Estadão
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