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'Foi o jogo mais importante da minha geração', diz Modric após vaga

Meia croata quase saiu da partida diante da Dinamarca como vilão ao errar um pênalti na prorrogação

1 jul 2018
20h30
atualizado às 20h39
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O meia Luka Modric admitiu que existia uma pressão muito grande antes do jogo diante da Dinamarca, neste domingo. Segundo o camisa 10, o confronto pelas oitavas de final da Copa do Mundo da Rússia 'foi o mais importante' de sua geração. Após empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, a Croácia avançou às quartas de final com uma vitória nos pênaltis por 3 a 2.

"Eu não quis dizer (na véspera do jogo) que este poderia ser o mais importante para a minha geração, mas foi. Sabíamos que tínhamos uma grande oportunidade para classificar às quartas", afirmou o jogador do Real Madrid, que quase terminou como vilão.

No segundo tempo da prorrogação, Modric desperdiçou uma cobrança de pênalti que poderia ter feito o sofrimento ser menor. O croata elogiou o goleiro dinamarquês Kasper Schmeichel, que foi eficiente, apesar de o meia revelar que estudou o comportamento do jogador. "Estava muito quente e muito difícil de correr. Foi difícil para mim perder o pênalti porque eu estive estudando a manhã inteira como marcar contra Schmeichel", revelou o meia após a partida. Ele escolheu o canto esquerdo e o arqueiro dinamarquês encaixou.

Na disputa por pênaltis, Luka Modric teve personalidade e bateu novamente. Desta vez no meio do gol, para marcar e ajudar a Croácia a avançar no Mundial. A atitude rendeu elogios do técnico Zlakto Dalic.

"Pode acontecer que você perca uma penalidade, mas eu sou fascinado com a sua determinação para bater depois que ele perdeu na prorrogação. Ele assumiu a responsabilidade como um verdadeiro capitão", destacou o treinador, ao frisar que Luka Modric pediu para estar entre os cinco escolhidos para a disputa final. "Você pode imaginar se ele não tivesse marcado? Mas ele é um ótimo jogador", completou.

Agora, a Croácia encara a anfitriã Rússia no sábado, dia 7 de julho, às 15 horas (de Brasília), em Sochi, na briga por vaga às semifinais do Mundial.

Estadão Conteúdo

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