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Justiça obriga Santos a pagar Muricy; Mena retira processo

20 mar 2015 - 14h58
(atualizado às 15h08)
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O Santos sofreu nesta sexta-feira mais um revés financeiro. O clube foi informado oficialmente que precisará quitar uma dívida de cerca de R$ 1,3 milhão remanescentes dos R$ 2 milhões referentes à rescisão contratual do técnico Muricy Ramalho, que trabalhou na Vila Belmiro entre março de 2011 a maio de 2013. O processo corre na 8ª Vara Cível do Foro da cidade.

O prazo para quitar a pendência financeira com o treinador é de três dias. O departamento jurídico do clube indicará o CT Meninos da Vila, destinado as categorias de base, como objeto de penhora do caso.

Marcelo Fernandes tem em Muricy o seu principal tutor na nova profissão
Marcelo Fernandes tem em Muricy o seu principal tutor na nova profissão
Foto: Divulgação Santos FC

A conduta de colocar o CT das categorias de base é praxe dos advogados do clube, que já indicaram o local para uma série de processos. Além dele, o Santos tem a Vila Belmiro como patrimônio uma vez que o CT Rei Pelé tem terreno pertencente a União.

Muricy é só um dos técnicos que o Santos tem a pagar, já que ainda deve a Oswaldo de Oliveira, que trabalhou no clube no primeiro semestre do último ano, e Enderson Moreira, último demitido.

Com ambos a dívida é significativa. Oswaldo, por exemplo, tem uma série de direitos de imagem a receber, maior fatia do salário, e diz que já estuda, inclusive, entrar com ação judicial. Já a situação de Enderson foi externada pelo próprio presidente do clube, que declarou na coletiva de imprensa para dar explicações sobre a sua saída que o treinador jamais recebeu direitos de imagem desde que chegou, em setembro.

Oswaldo já tinha pensado em poupar Tobio no meio da semana
Oswaldo já tinha pensado em poupar Tobio no meio da semana
Foto: Mauro Horita/ Agif / Gazeta Press

A contrapartida foi o acordo com o lateral esquerdo chileno Eugenio Mena, que se transferiu para o Cruzeiro por meio de uma liminar judicial. O processo foi protocolado na quinta-feira após um acordo entre as partes.

A exemplo de Arouca e Aranha, o lateral esquerdo abriu mão dos atrasados para se ver livre definitivamente do clube, que ainda trava uma batalha na Justiça com o centroavante Leandro Damião.

Esse, no entanto, viu a sua situação dificultada pelos indeferimentos de liminares solicitadas por seus advogados, além de ter negado benefício de justiça gratuita. O juiz responsável ainda recusou o pedido de tramitação sob segredo de Justiça e condenou o jogador a pagar multa de 1% sobre o valor da causa para "indenizar os prejuízos da parte contrária" e em 20% também do valor da causa por enxergar "má fé" de Damião.

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Fonte: K.R.C.DE MELO & CIA. LTDA – ME K.R.C.DE MELO & CIA. LTDA – ME
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