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Especial Rússia: Cardápio de estádio não contempla culinária local

16 jul 2017
08h21
atualizado às 08h21
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Aglomerados nos corredores internos da Arena Zenit - com acabamento simples, contrastando com a fachada luxuosa -, torcedores formaram longas filas para comprar recordações da decisão da Copa das Confederações e degustar cachorros quentes e hambúrgueres. O cardápio do torneio não contemplou os pratos típicos, como o borscht (sopa cozida com beterraba) ou o estrogonofe, diferentemente do que ocorreu em 2014. No Mundial do Brasil, a Fifa cedeu a apelos e abriu uma exceção para que o feijão tropeiro prosseguisse como uma das atrações do Mineirão.

Boa parte dos torcedores estava mais interessada em beber do que em comer. Podendo escolher entre duas marcas de cerveja - uma delas, a mais barata, russa -, eles acumulavam os copos colecionáveis da Copa das Confederações enquanto se embriagavam. Alguns não se apressaram para se posicionar nas arquibancadas nem mesmo quando a festa de encerramento da competição começou.

Em meio à decisão da Copa das Confederações, a Gazeta Esportiva visitou São Petersburgo e constatou que os receios em relação à organização do Mundial de 2018 vão além da culinária.

Clique aqui para ler toda a reportagem especial sobre o país-sede da próxima Copa do Mundo.

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