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Marcos, Taffarel, Dida: veja seleção de pegadores de pênalti

17 out 2012 07h23
| atualizado às 07h26
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Foi-se o tempo em que pênalti era apenas uma formalidade para fazer o cobrador balançar as redes. Ao longo dos anos, os goleiros evoluíram e cada vez fica mais difícil vencê-los no duelo mais emocionante do futebol. Relembre alguns goleiros que brilharam nas penalidades, desde Lev Yashin, que pegou 150 em toda a carreira, até Goycochea, que brilhou pela Argentina na Copa de 1990.

Dida pegou dois pênaltis de Raí e virou pesadelo para os cobradores
Dida pegou dois pênaltis de Raí e virou pesadelo para os cobradores
Foto: Getty Images



Dudek

Em uma das finais mais emocionantes da história da Liga dos Campeões, o Milan abriu 3 a 0 no primeiro tempo, mas viu Gerrard comandar uma improvável reação do Liverpool, que empatou o jogo e levou a decisão para as penalidades. Os italianos estavam confiantes porque contavam com Dida, mas quem brilhou foi um goleiro polonês que ficava saltando sobre a linha do gol. Com este estilo estranho, Dudek pegou as cobranças de Pirlo e Shevchenko e deu o título aos ingleses.



Goycochea

Quando o assunto é pegar pênaltis, um dos primeiros nomes que vêm à cabeça é o de Goycochea. O arqueiro era reserva da seleção da Argentina na Copa de 1990, mas ganhou a posição após o titular Pumpido se machucar no segundo jogo, e foi fundamental na campanha do país. Nas quartas de final, defendeu uma penalidade e ajudou o time a bater a Iugoslávia. Na fase seguinte, Donadoni e Serena pararam nas mãos do goleirão, que assegurou a vaga na decisão. Contra os alemães, porém, não conseguiu pegar a cobrança de Brehme, que aos 40min do segundo tempo fez o gol do título para os europeus.



Taffarel

Os três pênaltis que Taffarel defendeu na semifinal da Olimpíada de 1988, contra a Alemanha Ocidental, já mostravam o seu talento neste fundamento. A consagração veio na Copa de 1994, quando pegou a cobrança de Massaro e ajudou o Brasil a conquistar o tetracampeonato. Quatro anos depois, Cocu e Ronald de Boer aumentaram o mito em torno do goleiro na semifinal do mundial disputado na França.



Marcos

Ele ganhou a titularidade do Palmeiras durante a Libertadores de 1999 para nunca mais largar até o final da carreira. E muito disso se deve às defesas de pênalti que ele fez contra dois ídolos do Corinthians. Nas quartas de final de 1999, a vítima foi Vampeta. No ano seguinte, foi a vez de Marcelinho Carioca consagrar de vez o arqueiro palmeirense.



Dida

O goleirão de 1,95 m já se destacava nas defesas de pênalti desde os tempos do Cruzeiro, especialmente na campanha que culminou no título da Libertadores de 1997. Porém, ele virou referência no fundamento após pegar duas cobranças de Raí no mesmo jogo, na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1999. Quatro anos depois, pegou os penais de Trezeguet, Zalayeta e Montero e deu o título da Liga dos Campeões ao Milan na final contra a Juventus.



Lev Yashin

O "Aranha Negra" é tido por muitos como um dos maiores goleiros de todos os tempos. Entre os seus incríveis feitos, como ser o único arqueiro da história a conquistar uma Bola de Ouro, o russo se notabilizou como um exímio pegador de pênaltis. Estima-se que em toda a sua carreira foram cerca de 150 defendidos.



Waldir Peres

O goleiro pode não ter sido nenhuma unanimidade debaixo das traves. Mas quando o assunto era pegar pênaltis, sua estrela brilhava, mesmo que ele apenas desconcentrasse os cobradores. Foi o que aconteceu na final do Campeonato Brasileiro de 1977, quando infernizou tanto os cobradores do Atlético Mineiro que eles mandaram três batidas para fora. Outro episódio marcante foi quando ele defendeu um pênalti de Breitner em amistoso do Brasil contra a Alemanha. O juiz mandou voltar a cobrança porque Waldir se adiantou, e o arqueiro voltou a pegar na segunda batida.



Joel Bats

A seleção da França de 1986 tinha como grande destaque o craque Michel Platini. Porém, nas quartas de final contra o Brasil, quem fez história mesmo foi o goleirão Bats, que defendeu um pênalti de Zico no tempo normal. Já nas cobranças alternadas, barrou outro craque brasileiro: Sócrates.



Cevallos

Prestes a completar 38 anos, o arqueiro via a final da Copa Libertadores de 2008 como a grande chance de sua carreira. E ele não decepcionou, defendendo as batidas dos três maiores nomes do Fluminense: Conca, Thiago Neves e Washington.



Oscar Córdoba

O arqueiro colombiano fez história no Boca Juniors por decidir duas Libertadores seguidas para o clube argentino. Na edição de 2000 do torneio, pegou as cobranças de Asprilla e Roque Júnior na decisão contra o Palmeiras. No ano seguinte, reencontrou os paulistas na semifinal e barrou as batidas de Alex e Basílio. Já na decisão, diante do Cruz azul, a vítima foi Galdames.



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Fonte: PrimaPagina
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