De Crizam a Leovegildo, veja nomes de batismo dos craques
Você conhece os jogadores Humberlito, Crizam ou Leovegildo? Não? Pois esses são os nomes de nascimento de três atletas muito conhecidos dos torcedores. Além deles, vários outros também deixaram de lado a "criatividade" dos pais para adotar apelidos um pouco mais convencionais. Saiba quem são esses jogadores.
Borges
O jogador, que já passou pelo São Paulo, Grêmio e Santos, preferiu não utilizar seu primeiro nome atrás da camisa. Em vez disso, Humberlito Borges Teixeira adotou o segundo, e é com ele que o atual atacante do Cruzeiro assina seus gols.
Zinho
Campeão brasileiro com Flamengo e Palmeiras, o jogador teve passagem polêmica pela seleção campeã do mundo de 1994. O meia-atacante acabou vítima do esquema marcadamente defensivo de Parreira e, muito preso em uma parte do campo, recebia a bola, girava e tocava para trás. Por causa disso, foi chamado de "enceradeira" por alguns críticos. Mas nem esse apelido era tão estranho quanto o nome real do jogador: Crizam César de Oliveira Filho.
Júnior
O jogador polivalente marcou época na seleção brasileira e no Flamengo, com o qual, já veterano, foi campeão brasileiro em 1992. Neste campeonato, por sinal, Leovegildo Lins da Gama Júnior, ou simplesmente Júnior, também fez dupla de nomes estranhos com Crizam, ou Zinho.
Doni
O goleiro, que passou pelo Corinthians, pela Roma e hoje está no Liverpool adaptou seu primeiro nome para torná-lo, digamos, um pouco mais normal. E foi assim que Doniéber Alexander Marangon virou Doni.
Zetti
O também goleiro, que atuou por Palmeiras, Santos, São Paulo e seleção brasileira, adotou quase o mesmo recurso de Doni, seu colega de posição. Mas, em vez de adaptar o primeiro nome, encurtou o segundo. Zetti chama-se, na verdade, Armelino Donizetti Quagliato.
França
Adaptar o nome também foi a saída para o jogador Françoaldo Sena de Souza. Ao atuar por times como o São Paulo e o Bayern Leverkusen, o atacante assinava seus gols como França.
Souza
Atualmente no Cruzeiro, o meia foi bicampeão brasileiro com o São Paulo carregando nas costas um de seus dois sobrenomes. Poderia ter sido, também, Silva. Mas qualquer alternativa era melhor do que o estranho primeiro nome: Willamis.
Brandão
O atacante, que hoje atua no Saint-Etienne, nem ao menos tem Brandão no seu nome. Ele se chama, na verdade, Evaeverson Lemos da Silva.
Geraldo
O meia atacante nascido em Angola apareceu para o futebol brasileiro jogando pelo Coritiba. Mas o que chamava atenção no atleta não era sua qualidade com a bola nos pés, e sim o nome de batismo: Hermenegildo da Costa Paulo Bartolomeu.
Dinei
A semelhança com um jogador que defendeu o Corinthians livrou Dinei de ficar conhecido como Telmário de Araújo Sacramento. O atacante começou na Portuguesa, passou pelo Atlético Paranaense, mas ficou famoso mesmo quando defendeu o Palmeiras.
Neto Berola
Você já ouviu falar em Sosthenes José Santos Salles? Pois ele é um dos destaques da boa campanha realizada pelo Atlético Mineiro no Campeonato Brasileiro de 2012, porém você provavelmente o conhece pelo apelido de Neto Berola.
Leandro
Formado na base do Grêmio, Weverson adotou o seu segundo nome, Leandro, para ficar conhecido no futebol. Sorte dos narradores, que não irão se enrolar quando o atacante pegar na bola.
Júnior
Campeão mundial pela seleção brasileira em 2002 e pelo São Paulo em 2005, o lateral esquerdo Júnior também brilhou com as camisas de Palmeiras e Parma, da Itália. O que poucos sabem é o seu nome de batismo: Jenílson.
Gomes
Presente no elenco que defendeu o Brasil na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, o goleiro Heurelho da Silva Gomes adotou o sobrenome para ficar conhecido dentro de campo.
Hulk
O gosto pelo herói verde dos quadrinhos valeu a Givanildo o apelido de Hulk. E foi com esse nome que ele defendeu a seleção brasileira na última Olimpíada e brilhou com a camisa do Porto.
Mazinho
Iomar do Nascimento começou no Santa Cruz, passou pelo Vasco e brilhou no Palmeiras. Além disso, foi campeão mundial pela seleção brasileira em 1994. Mas você provavelmente não o conhece por esse nome, e sim como Mazinho.
Bellini
Quando o Brasil bateu a Suécia por 5 a 2 na final da Copa de 1958, Hilderato Bellini criou um gesto que passou a ser repetido por quase todos os capitães vitoriosos: erguer a taça sobre a cabeça.
Pepe
Acostumado a intimidar os atacantes que seu estilo de marcação forte, Pepe assusta ainda mais com seu nome de batismo, que é Képler.
Lúcio
O zagueiro vestiu a camisa da seleção brasileira em mais de cem ocasiões, mas são poucos os que sabem que Lúcio não é seu nome, e sim uma adaptação que Lucimar Ferreira da Silva fez para facilitar a vida dos narradores.
Djalma Santos
Ídolo na Portuguesa, no Palmeiras e na seleção brasileira, Djalma Santos é considerado um dos maiores laterais direitos da história do futebol e foi registrado como Dejalma.
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