Fifa monitora surto de Ebola na RD Congo às vésperas da Copa do Mundo de 2026
Não existe vacina ou tratamento para a cepa responsável pelo vírus
O surto de Ebola registrado na República Democrática do Congo a menos de um mês do início da Copa do Mundo preocupa a Fifa, que mantém contato com a federação congolesa e com autoridades sanitárias dos Estados Unidos, México, Canadá e da Organização Mundial da Saúde (OMS) para garantir a segurança durante o torneio.
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O surto já causou 134 mortes e resultou em 500 casos suspeitos até o momento. Segundo o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), não existe vacina ou tratamento para a cepa responsável pelo vírus, o Bundibugyo, e a expectativa é que haja uma solução em dois meses.
A Fifa se mostrou ciente do que vem acontecendo no país e está monitorando a situação junto da Federação de Futebol da República Democrática do Congo.
“A Fifa está ciente e monitorando a situação relativa ao surto de Ebola e mantém contato próximo com a Federação de Futebol da República Democrática do Congo para garantir que a equipe esteja ciente de todas as orientações médicas e de segurança. A Fifa continua trabalhando com os governos dos três países-sede da Copa do Mundo FIFA 2026, incluindo o Departamento de Estado dos EUA, o CDC e o Departamento de Segurança Interna, a Secretaria de Saúde do México e a Agência de Saúde Pública do Canadá, bem como com a Organização Mundial da Saúde, para garantir um torneio seguro, pois a saúde de todos os envolvidos continua sendo a prioridade da Fifa”, disse a entidade.
A participação da República Democrática do Congo na Copa do Mundo não está em risco no momento. A equipe está no Grupo K do torneio, junto de Colômbia, Portugal e Uzbequistão.
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