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Um homem também chora

Baloy, o guerreiro menino de 37 anos, faz o primeiro gol da história do Panamá

24 jun 2018
17h53
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Sim, o blog poderia homenagear o novo artilheiro da Copa, Harry Kane, chamado de furacão pelo amigo PVC. Cinco gols em dois jogos, incluindo um sem querer, justamente o que o colocou na frente de Cristiano Ronaldo e Lukaku.

Poderia homenagear a Inglaterra do mesmo cidadão Kane, dona da maior goleada do Mundial da Rússia até agora: 6 x 1. E que está cada vez mais roqueira com os dois gols do zagueiro artilheiro Stones.

Kane comemora um de seus gols pela Inglaterra nesta Copa do Mundo
Kane comemora um de seus gols pela Inglaterra nesta Copa do Mundo
Foto: Carlos Barria / Reuters

Poderia destacar o emocionante empate de Japão e Senegal por 2 x 2, um jogo que reuniu dois coadjuvantes que dividem a liderança do grupo H, com vantagem dos samurais japoneses por causa do fair play.

Que tal falar do chocolate da Colômbia pra cima da Polônia? Com gols do ex-palmeirense Mina, de Falcão Garcia e de Cuadrado, os colombianos eliminaram os poloneses, se mantiveram na briga por uma vaga e vão para o tudo ou nada contra os senegaleses. Sim, seria uma ótima opção.

Jogadores da Colômbia comemoram o gol de Cuadrado, o terceiro contra a Polônia
Jogadores da Colômbia comemoram o gol de Cuadrado, o terceiro contra a Polônia
Foto: Reuters


Mas não dá para não falar de Baloy. As lágrimas do panamenho depois de fazer o primeiro gol da história do Panamá na Copa do Mundo e a comemoração da torcida como se tivesse conquistado um título mostraram em um lance o que é o futebol.

Baloy, com passagens por Grêmio e Atlético Paranaense, esperou a vida inteira por esse momento. Disputar uma Copa do Mundo aos 37 anos e fazer um gol já perto da aposentadoria é o máximo que ele poderia alcançar.

Baloy chora, e seus companheiros o abraçam após ele fazer o gol de honra do Panamá contra a Inglaterra
Baloy chora, e seus companheiros o abraçam após ele fazer o gol de honra do Panamá contra a Inglaterra
Foto: Clive Mason / Getty Images


Um homem também chora, menina morena. Eis a lição do guerreiro menino Baloy. Será que vai ter mais choro no início da terceira e última rodada da primeira fase? A segundona promete. Façam suas apostas!

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Fonte: Blog A Copa no sofá   
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