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Terra na Copa

Ídolo no Brasil, Petkovic analisa campanha de Bósnia e Croácia na Copa

27 jun 2014 - 10h18
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Após brilhar no Estrela Vermelha-SER e figurar no Real Madrid-ESP, o meia sérvio Dejan Petkovic virou ídolo no Brasil. Principalmente, no Rio de Janeiro, onde defendeu Flamengo, Vasco da Gama e Fluminense. Após se aposentar com o manto rubro-negro, o exímio cobrador de faltas virou treinador, tendo a responsabilidade de trilhar o Atlético Paranaense sub-23 no Campeonato Estadual de 2014.

Enquanto o elenco principal do Furacão de Curitiba disputava a Copa Libertadores da América, com o comando do espanhol Miguel Ángel Portugal, Pet acabou eliminado nas semifinais paranaenses, para o campeão Londrina, com o placar agregado de 5 a 4. Porém, a nova empreitada fez o sérvio conceber o futebol com a visão externa das quatro linhas.

Foi assim que o "gringo" - título do filme sobre a carreira do jogador, arquitetado por Boban Petkovic, seu irmão, ao lado dos cineastas Leonardo Edde e Darko Bajic - analisou a participação de Bósnia e Herzegovina e Croácia na Copa do Mundo de 2014. Duas nações, assim como a Sérvia, "descendentes" da antiga Iugoslávia.

Nas Eliminatórias Europeias, ao passo que a Bósnia liderou o Grupo G no saldo de gols, superando a Grécia, a Croácia conseguiu sua vaga no Mundial após triunfar sobre a surpreendente Islândia, na repescagem, com o placar agregado de 2 a 0. Porém, em solo brasileiro, as seleções não tiveram sucesso e acabaram eliminadas na primeira fase.

Sobre o desempenho balcânico em solo brasileiro, Petkovic foi enfático e não entendeu as campanhas como decepcionantes: "O que Bósnia e Croácia fizeram está longe de ser um vexame. Nenhuma das seleções chegou ao Brasil com favoritismo. O que faltou foi sorte. Os croatas tiveram um grupo muito complicado pela frente (com Brasil, Camarões e México). Já os bósnios esbarraram na arbitragem", resumiu.

Adiante, Pet comentou o desempenho dos comandados de Niko Kovac, traçando um paralelo com a seleção de seu país natal: "Contra o Brasil, a Croácia quis copiar a Sérvia e se deu mal. Se tivesse mais ousadia, poderia ter aproveitado melhor as chances. A Seleção do Luiz Felipe Scolari não foi bem e deu muito espaço para os visitantes. Agora, nos dois jogos seguintes, não me surpreendi com o desempenho apresentado. Acho o México superior e merecedor da classificação", explicou.Ao analisar o rendimento da Bósnia e Herzegovina, o ídolo rubro-negro exaltou o técnico Safet Susic. Maior jogador da história do Paris Saint-Germain-FRA, o comandante causou polêmica ao deixar o atacante Ibisevic, que defende o Stuttgart-ALE, inicialmente no banco de reservas: "Ele é um excelente comandante e sabe o que faz. Confio plenamente em cada decisão tomada. Agora, a seleção poderia ter um rumo diferente, de sucesso, caso o auxiliar não tivesse anulado um gol legítimo do Dzeko contra a Nigéria. Por exemplo, diante da Argentina, na estreia, eles tiveram uma postura muito boa. Porém, do outro lado tinha o Messi", afirmou.

Por fim, Pet expôs a atual situação nos bálcãs, onde a diferença étnica e religiosa deixou de ser um empecilho para a manutenção da paz. "É uma região tranquila, que não apresenta mais problemas há quase duas décadas. As pessoas precisam entender isso", completou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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