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Felipão lamenta amistoso faltoso e vê resultado "mais ou menos" para opções

12 out 2013 - 11h11
(atualizado às 13h37)
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Felipão elogia vitória e critica "exageros" da Coreia do Sul:

O técnico Luiz Felipe Scolari lamentou o excesso de faltas na partida entre Coreia do Sul e Brasil, neste sábado, em Seul. Apesar da vitória por 2 a 0 sobre os donos da casa no Estádio Sang-Am, o treinador brasileiro apontou os excessos na marcação dos sul-coreanos como um problema para que o Brasil pudesse desenvolver um melhor futebol. No fim, o treinador testou opções e avaliou o resultado como “mais ou menos”.

“Acho que o jogo foi bem disputado, mas no início houve um pouco mais de exagero em faltas - principalmente da parte da Coreia. O segundo tempo foi mais equilibrado, mais tranquilo dos dois lados, embora o número de faltas seja 30% ou 40% maior da Coreia”, analisou o treinador.

<p>Felipão viu Neymar sofrer duras faltas na partida</p>
Felipão viu Neymar sofrer duras faltas na partida
Foto: AP

Mesmo com o número excessivo de faltas da Coreia do Sul, Felipão viu o Brasil dominar a partida até os 25min do segundo tempo, quando já vencia por 2 a 0. A partir daí, com o crescimento do setor ofensivo coreano, o Brasil precisou superar o desgaste da viagem até a Ásia para procurar alternativas táticas em campo – não apenas de posicionamento, mas também na variação de jogadas.

“Nós tivemos o predomínio do jogo até os 70 minutos, depois a Coreia nos pressionou e tivemos algumas dificuldades. A Coreia foi melhor nesses 20 minutos. Houve uma superação nos aspecto físico dos jogadores, que quiseram jogar atacando a Coreia, pressionando a Coreia, mesmo com uma ou outra dificuldade na parte física ainda”, completou o treinador, que pôs em prática uma mudança avisada na véspera: a entrada de Ramires na vaga de Hulk.

“No segundo tempo, nós vimos (a Coreia do Sul) ter um pouco mais de pessoa de bola e que podíamos abrir espaços. Achei que era importante por o Ramires e ver como ele ia se comportar junto com o Oscar nesse posicionamento. As duas situações na minha análise foram mais ou menos. A gente vai ver no decorrer dos treinamentos, dos jogos futuros e do Mundial o que a gente pode fazer”, acrescentou.

Fonte: Terra
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