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Cerimônia de abertura tem batuques, mosaicos e autoridades escondidas

15 jun 2013 15h02
| atualizado às 16h06
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Durou cerca de 20 minutos a cerimônia de abertura da Copa das Confederações, neste sábado, em Brasília. Das 14h20 até 14h40, aproximadamente, o Brasil começou a sentir o gostinho dos grandes eventos que irá receber até 2016. A festa teve características evidentemente brasileiras, como o ritmo de batuques durante boa parte do cerimonial, e muitas menções ao futebol. Só não teve, porém, muito espaço às autoridades.

A presidente Dilma Rousseff só chegou ao Estádio Nacional depois das 15h, conforme estava previsto, e não acompanhou a festa. Nem mesmo o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, ou o presidente da CBF e chefe do COL, José Maria Marin, foram mostrados no telão. A possibilidade de vaias neste caso, diante da tensão dos últimos dias em torno do evento, era bastante razoável.

O público da cerimônia, até em função de esta ocorrer a cerca de uma hora e 30 minutos do início do jogo, não foi pleno. Espaços vermelhos, cor dos assentos do estádio, ficaram evidentes em meio às muitas camisas amarelas da Seleção. Os torcedores presentes, porém, participaram de forma ativa. O momento de maior exaltação se deu durante a montagem de dois mosaicos sobre o gramado: o primeiro falava em boas vindas, o outro dava início a uma contagem regressiva.

<p>Mosaico forma a sede e o ano da Copa das Confederações</p>
Mosaico forma a sede e o ano da Copa das Confederações
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

Com trajes típicos, os oito povos também foram representados durante o cerimonial. Circundaram o gramado em uma mandala e fizeram a festa pouco antes de outro momento de frissom. Em menção à mata atlântica, homens vestidos de verde foram encobertos por outros jogadores de pebolim e deram início a uma rápida partida imaginária de futebol. Foi a senha para o fim da primeira festa da Copa das Confederações.

Fonte: Terra
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