Script = https://s1.trrsf.com/update-1780957527/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Futebol

Publicidade

Como jogam as seleções favoritas da Copa do Mundo? Veja o raio-X das candidatas ao título

Espanha, França, Portugal, Inglaterra, Argentina, Brasil e Alemanha chegam ao Mundial cercados de expectativa; conheça os pontos fortes e o estilo de jogo das principais equipes do torneio

9 jun 2026 - 11h56
Compartilhar
Exibir comentários

Copa do Mundo de 2026 reunirá 48 seleções no maior Mundial da história.
Copa do Mundo de 2026 reunirá 48 seleções no maior Mundial da história.
Foto: Divulgação/Fifa / Estadão

A Copa do Mundo de 2026 reúne uma combinação de seleções tradicionais em bom momento, gerações talentosas chegando ao auge e campeões recentes tentando confirmar seu favoritismo. Entre as equipes mais cotadas para levantar a taça, algumas se destacam pelo jogo coletivo, outras pela qualidade individual e algumas pelo peso de sua camisa.

Durante boa parte do ciclo, Didier Deschamps priorizou uma abordagem mais cautelosa, baseada na solidez defensiva e em transições rápidas. Nos últimos meses, porém, o treinador passou a dar mais liberdade ao setor ofensivo, buscando uma equipe menos previsível. O resultado foi uma França mais agressiva e criativa nos amistosos preparatórios.

O grande trunfo está na quantidade de jogadores capazes de decidir partidas. Além de Mbappé, nomes como Ousmane Dembélé, Michael Olise, Désiré Doué e outros talentos oferecem soluções variadas. A dúvida é se Deschamps encontrará o equilíbrio ideal entre ataque e defesa. Se conseguir encaixar todas as peças, poucos times terão um teto tão alto quanto o dos franceses.

Portugal

Portugal chega à Copa do Mundo impulsionado por uma geração considerada por muitos a mais qualificada de sua história. A equipe reúne experiência, talento técnico e versatilidade tática, além de viver o que provavelmente será o último Mundial de Cristiano Ronaldo.

Sob o comando de Roberto Martínez, a seleção portuguesa se destaca pela capacidade de mudar de esquema sem perder competitividade. Jogadores como Nuno Mendes, João Cancelo, João Neves, Vitinha, Bruno Fernandes e Bernardo Silva permitem inúmeras variações durante a partida, tornando o time difícil de ser neutralizado.

A espinha dorsal está consolidada e ganhou ainda mais confiança após a conquista da Liga das Nações. O principal desafio será lidar com a pressão de uma geração que carrega grandes expectativas. Com um elenco profundo e experiente, Portugal tem motivos para sonhar seriamente com sua primeira Copa do Mundo.

Inglaterra

A Inglaterra chega embalada por uma campanha impecável nas Eliminatórias e pela expectativa em torno do trabalho de Thomas Tuchel. Depois de bater na trave em competições recentes, os ingleses apostam no treinador alemão para dar o passo final rumo ao título.

O elenco impressiona principalmente do meio para frente. Jude Bellingham, Harry Kane, Bukayo Saka e Declan Rice formam uma base extremamente competitiva, enquanto o sistema 4-2-3-1 adotado por Tuchel busca potencializar as qualidades individuais sem abrir mão do equilíbrio coletivo.

Apesar do talento disponível, persistem algumas dúvidas. O setor defensivo ainda não transmite a mesma segurança de outras favoritas e o histórico recente da seleção em momentos decisivos gera cautela. Ainda assim, poucos países possuem uma combinação tão forte entre juventude e experiência.

Argentina

Atual campeã do mundo e líder do ranking da Fifa, a Argentina chega ao torneio com uma vantagem importante: o elenco já sabe exatamente como competir em uma Copa do Mundo.

Lionel Scaloni manteve a base que conquistou o título no Catar e preservou a identidade da equipe. O sistema segue apoiado em uma defesa sólida, meio-campistas de boa circulação de bola e um ataque liderado por Lionel Messi. Ao lado do camisa 10, Julián Álvarez e Lautaro Martínez seguem como referências ofensivas.

Embora parte dos jogadores esteja mais experiente e alguns tenham enfrentado problemas físicos recentes, o entrosamento continua sendo um diferencial. Além disso, jovens como Nico Paz e Thiago Almada ampliam as opções do treinador. A principal missão será lidar com o peso de defender o título, algo que apenas Itália e Brasil conseguiram fazer com sucesso na história dos Mundiais.

Brasil

A seleção brasileira chega à Copa cercada por dúvidas, mas também por enorme potencial ofensivo. O ciclo foi marcado por turbulências, trocas de treinadores e instabilidade institucional, mas Carlo Ancelotti conseguiu conduzir a equipe até o Mundial.

Uma das marcas do treinador é a flexibilidade tática. A Alemanha alterna sistemas com frequência e busca intensidade máxima durante os 90 minutos. O elenco conta com jogadores experientes e acostumados a grandes decisões, muitos deles oriundos do Bayern de Munique.

O setor ofensivo concentra boa parte das esperanças. Jamal Musiala, Florian Wirtz e Kai Havertz oferecem criatividade e capacidade técnica acima da média. Em contrapartida, a equipe ainda busca maior estabilidade defensiva e não possui um centroavante de elite tão consolidado quanto outras favoritas. Se encontrar equilíbrio entre os setores, a tetracampeã pode voltar a ser uma ameaça real na luta pelo título.

Estadão
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra