Com Dunga e Falcão, site lista 50 maiores volantes da história
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O site americano Bleacher Report listou em sua publicação nesta segunda-feira os 50 maiores volantes do futebol mundial, com a presença de nomes renomados de craques do passado do nível do alemão Horst Szymaniak, do argentino Néstor Rossi e do austríaco Karl Koller. Confira a seguir os demais 47 nomes da lista, que ainda apresenta os brasileiros Dunga, Mauro Silva e Falcão:
Foto: Getty Images / AP
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O site americano Bleacher Report listou em sua publicação nesta segunda-feira os 50 maiores volantes do futebol mundial, com a presença de nomes renomados de craques do passado do nível do alemão Horst Szymaniak, do argentino Néstor Rossi e do austríaco Karl Koller. Confira a seguir os demais 47 nomes da lista, que ainda apresenta os brasileiros Dunga, Mauro Silva e Falcão:Foto: Getty Images / AP
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Phillip Cocu - O combativo e criativo meio-campista holandês, que atacava tão bem quanto defendia, venceu quatro Campeonatos Holandeses com o PSV e ainda ajudou o Barcelona a levar o Espanhol em 1999; experiente, fez parte da seleção da Holanda que alcançou as semifinais da Copa do Mundo de 1998 e das Eurocopas de 2000 e 2004Foto: Getty Images
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Stefan Effenberg - Volante brilhante, Effenberg foi um dos maiores atletas no setor na Alemanha, tendo defendido a camisa da seleção em 35 partidas, com cinco gols marcados; conquistou três títulos e duas copas nacionais, além da Liga dos Campeões com o Bayern de Munique, em 2001Foto: Getty Images
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Miguel Andreolo - Um dos primeiros ídolos do futebol italiano nasceu no Uruguai, defendeu o Nacional de Montevidéu e atendia pelo nome de Miguel; apesar disso, Andreolo disputou e venceu a Copa do Mundo de 1938 pelo país europeu, onde era ídolo no Bologna e havia conquistado quatro títulos nacionaisFoto: AP
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Daniele de Rossi - Com 70 participações e 10 gols pela seleção italiana, de Rossi ganhou a alcunha de "Capitão do Futuro", uma vez que substituiria Francesco Totti com a braçadeira da Azurra. Fez sucesso na Roma durante toda a década passada e era famoso como um dos principais jogadores da Itália nos últimos anosFoto: Getty Images
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Franky Van Der Elst - As mais de três décadas de carreira do belga Franky Van Der Elst lhe renderam a disputa de quatro Copas do Mundo, cinco títulos belgas e três Copas da Bélgica pelo Club Brugge; até Pelé rendeu-se ao futebol de Elst, eleito pelo ex-camisa 10 como um dos 125 melhores jogadores vivos de todos os tempos, em 2004Foto: Getty Images
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Uli Stielike - Injustiçado ao não ser convocado para a Copa de 1978, o volante compensou vencendo a Eurocopa de 1980, e ainda levou a Alemanha à decisão do Mundial de 82; ainda conquistou três títulos de ligas nacionais, com Real Madrid e Borussia Monchengladbach, e foi vice europeu com ambos os clubesFoto: AP
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Johnny Giles - O irlandês fez história por Manchester United e Leeds, além de alguns clubes da Irlanda, e é considerado um dos maiores jogadores da história de seu país. No Leeds, se eternizou com a conquista de dois Campeonatos Ingleses, uma Copa da Liga Inglesa e outros torneios de menor expressãoFoto: Getty Images
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Romeo Benetti - Outro volante da clássica escola italiana, Benetti era conhecido como um "maníaco" por suas roubadas de bola descontroladas. Apesar disso, foi soberano com ascamisas de Juventus, Mila, Roma e Sampdoria, e conquistou nada menos que cinco Campeonatos Italianos e cinco Copas da ItáliaFoto: AP
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Mauro Silva - O volante Mauro Silva virou eterno em La Coruña com a camisa do Deportivo, onde foi protagonista do único título espanhol da história do clube, na temporada 1999/2000, e ainda levou o time às semifinais da Liga dos Campeões; além disso, jogou em todos os minutos na gloriosa campanha do tetracampeonado da Seleção Brasileira na Copa dos EUA, em 1994Foto: Getty Images
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Wim Jansen - Um dos pilares do famoso Carrossel Holandês que encantou o mundo em 1974, Jansen também ajudou a Holanda a ser novamente vice-campeã do mundo quatro anos depois. Ídolo no Feyenoord, levou o clube a quatro Campeonatos Holandeses, além de uma Copa da Uefa e uma Liga dos CampeõesFoto: AP
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Svatopluk Pluskal - O checo defendeu nada menos que 56 vezes a seleção da Checoslováquia, formando ao lado de Josef Masopust um dos maiores meio-campos da história do país, levando a nação ao vice-campeonato mundial; chegou, inclusive, a ser convocado para uma "seleção do resto do mundo" para encarar a Inglaterra em Wembley, em 1963Foto: AP
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Andrea Pirlo - Pirlo passou mais de uma década com a camisa do Milan - o bastante para triunfar em dois Campeonatos Italianos, duas Copas da Itália, uma Supercopa Italiana, duas Liga dos Campeões da Europa e duas Supercopas. Com seu estilo de jogo clássico, fugia do rótulo de volante convencional e coroou sua carreira - que agora segue na Juventus - com a Copa do Mundo de 2006 pela ItáliaFoto: Getty Images
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Dave Mackay - O encrenqueiro escocês ganhou a reputação de ter sido um dos melhores e mais agressivos futebolistas britânicos. Mesmo assim, virou mito ao celebrar títulos nacionais como Hearts e o Tottenham, além de ter defendido a Escócia em 22 partidas, com quatro gols marcadosFoto: Getty Images
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Billy Bremner - Mais um escocês na lista, Billy Bremner liderou a Escócia em 54 jogos, com três gols feitos. Mas seu destaque na carreira não foi apenas na seleção, e sim clubístico. Pelo Leeds United, conquistou dois Ingleses e uma Copa da Liga, além de vice na Liga dos Campeões - acabou eleito o maior jogador da história do clubeFoto: Getty Images
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Valery Voronin - Voronin atuou em um único time durante sua trajetória profissional e deu ao Torpedo Moscou dois títulos soviéticos. Por isso, foi considerado o melhor jogador da ex-União Soviética nos anos de 1964/65, e tinha características mais defensivas que ofensivas que lhe rendiam excelente porte físicoFoto: Getty Images
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Clodoaldo - Um dos maiores nomes do futebol brasileiro e mundial, Clodoaldo fez história pelo Santos, clube que defendeu em mais de 500 duelos e permaneceu por 14 anos. Seu futebol clássico e refinado lhe deixou por quase uma década na Seleção Brasileira, onde conquistou a histórica Copa do Mundo de 1970Foto: AP
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Zito - Mais um santista na lista, Zito defendeu o clube alvinegro nas célebres taças mundiais de 1962 e 63, disputadas após as conquistas das duas primeiras Copas Libertadores da história do clube, nos mesmos dois anos. Pela Seleção Brasileira, foram 52 jogos e três gols, além de dois troféus mundiais em 1958 e 62Foto: Getty Images
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Rainer Bonhof - A velha escola alemã de volantes também coloca na lista histórica o ala Rainer Bonhof, que atuava tanto aberto pelas pontas quanto como um volante mais defensivo. Virou eterno no Borussia Monchengladbach com quatro títulos alemães, além de uma Copa da Uefa. Também foi campeão do mundo por seu país, em 1974, quando era o mais jovem do elencoFoto: Getty Images
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Willem Van Hanegem - Desafeto declarado de alemães, Hanegem odiava os germânicos e incentivava os holandeses - o próprio afirmou que considerava uma "guerra" jogar contra eles. Disputou 52 duelos pela seleção holandesa, marcando seis gols, e, com seu estilo de jogo viril, é considerado um dos maiores ídolos da história do FeyenoordFoto: AP
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Pep Guardiola - Antes de virar o consagrado técnico do esquadrão do Barcelona de Lionel Messi, Xavi, Iniesta e companhia, Pep Guardiola foi volante. E dos bons. Com o time catalão, levantou seis troféus de Liga, duas Copas do Rei, uma Liga dos Campeões, além de outros sete canecosFoto: AP
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Claude Makélélé - Natural do Zaire, Makelele passou por Nantes, Olympique de Marselha e Celta antes de chegar ao Real Madrid e fazer parte de um dos maiores times da história do clube. Também foi ídolo no Chelsea e no PSG, equipes por onde passou posteriormente, e venceu pela seleção francesa a Copa do Mundo de 1998, único título mundial da história do paísFoto: Getty Images
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Germano - O volante português Germano defendeu o país em 24 oportunidades, e foi o capitão da seleção na gloriosa campanha da Copa do Mundo de 1966, que deu a Portugal um honroso terceiro lugar. Pelo Benfica, também brilhou com quatro torneios nacionais, duas Copas Portuguesas e o bi europeu, em 1961 e 1962Foto: AP
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Antonio Rattín - Habilidoso e raçudo, Antonio Rattin defendeu um único clube em toda sua carreira: o Boca Juniors. Ficou marcado por um incidente na Copa de 1966, quando foi expulso contra a Inglaterra por desentendimento com um árbitro alemão - ainda amassou uma bandeira do Reino Unido antes de deixar o campo. Por esse episódio, a Fifa decidiu adotar os cartões amarelos e vermelhosFoto: Getty Images
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Diego Simeone - Um dos jogadores que mais vestiu a camisa da Argentina - 106 vezes -, Diego Simeone participou de três Copas do Mundo e venceu duas Copas Américas pelo país. Passou com méritos por Atlético de Madrid, Inter de Milão e Lazio, tendo conquistado inúmeros títulos nacionais e internacionaisFoto: Getty Images
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Edgar Davids - Famoso por atuar sempre de óculos e cabelos com visual dreadlock, Davids vestiu a camisa laranja da Holanda em 74 ocasiões e fez parte da equipe que caiu nas semifinais da Copa de 1998, contra o Brasil - entrou, inclusive, na seleção do campeonato. Um "monstro" fisicamente, o volante tinha excelente passe e chute fenomenal, tendo marcado diversos golaços ao longo da carreira. Atuou por Ajax, Milan, Juventus, Barcelona, Inter, Tottenham e Crystal PalaceFoto: Getty Images
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Patrick Vieira - O senegalês Patrick Vieira formou uma das melhores duplas de volantes da história do Arsenal, conquistando ao clube nada menos que 11 títulos em nível nacional. Considerado um fenômeno na posição, o meio-campista clássico ainda brilhou pela Inter de Milão com três Italianos, além da Copa de 1998, da Eurocopa de 2000 e das Copas dos Confederações de 2001 e 2003, todas pela seleção francesaFoto: Getty Images
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Bryan Robson - Um volante encardido, duro, raçudo e com excelentes habilidades defensivas e ofensivas. Este era Bryan Robson, 92 partidas pela seleção inglesa, com 26 gols marcados e a nomeação entre as 100 maiores lendas do futebol britânico. Foi capitão da Inglaterra e do Manchester United, onde se consagrou com cinco torneios nacionaisFoto: Getty Images
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Nobby Stiles - Norbert "Nobby" Stiles foi campeão do mundo com a Inglaterra, em 1966, e era considerado um verdadeiro "tigre" em campo. Sua missão, segundo definições do próprio, era roubar a bola dos rivais e apenas entregá-la ao craque Bobby Charlton, que faria todo o resto para a equipe. Fez história no Manchester United e no MiddlesbroughFoto: Getty Images
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Gennaro Gattuso - O temperamental volante do Milan e da Itália é um verdadeiro "destruidor" na posição. Atuando como um "cão de guarda", briga até o fim em todas as partidas pela equipe milanesa, arruma confusões e incorpora o espírito do raçudo volante italiano. Venceu dezenas de títulos pelo clube, e ainda a Copa do Mundo de 2006 por seu paísFoto: Getty Images
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Osvaldo Ardiles - Fez parte do time argentino campeão do mundo em 1978, atuando às vezes como volante mais defensivo, e em outras como um ala mais aberto. Defendeu o país em 63 oportunidades, com oito gols marcados. Vestiu as camisas de Córdoba, Belgrano, Huracán, Tottenham, PSG, Blackburn Rovers, entre outrosFoto: Getty Images
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Didier Deschamps - Com 103 presenças pela seleção francesa, Deschamps se eternizou com a faixa de capitão da equipe que levantou o caneco da Copa do Mundo de 1998, o maior feito futebolístico da história do país. Nos clubes, teve passagens de sucesso por Nantes, Olympique, Bordeaux, Juventus, Chelsea e ValenciaFoto: Getty Images
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Marco Tardelli - Conhecido por sua perseverança em campo, que lhe rendia inúmeras roubadas de bola a cada jogo, o volante italiano era uma "rocha" na seleção italiana que eliminou o histórico time do Brasil na Copa de 1982, que contava com craques do nível de Sócrates, Zico e Toninho Cerezo. Passou com méritos por Juventus e Inter de MilãoFoto: Getty Images
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Americo Gallego - Ídolo de Newell´s Old Boys e River Plate, Gallego fez parte da Argentina campeã do mundo pela primeira vez, em 1978, quando atuou em todos os minutos de partida da seleção da casa. Fazendo a retaguarda para os meio-campistas mais avançados, o atleta era chamado de "polvo" pelos companheiros por usa habilidade de parar o ataque dos oponentes a todo instanteFoto: Getty Images
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Graeme Souness - Outro escocês na lista histórica de volantes, Souness defendeu a Escócia em 54 duelos, marcou quatro gols e se consagrou por ter dominado o meio de campo em todas as sete equipes que defendeu. Com seu estilo de jogo combativo e forte fisicamente, venceu três Ligas dos Campeões da Europa e virou ídolo no Liverpool, Sampdoria, Rangers, Tottenham, entre outrosFoto: Getty Images
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Arie Haan - Um dos pilares do poderoso time do Ajax tricampeão europeu no início dos anos 30, Haan era um dos homens de confiança do craque Cruyff e abastecia o ataque com seus bons passes. Também comandou os dois históricos times da Holanda vices nas Copas de 1974 e 78Foto: Getty Images
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Dunga - Antes de fracassar como técnico com a Seleção na Copa de 2010, Dunga foi um viril e raçudo volante que comandou o meio de campo do Brasil na década de 90. Durão, foi capitão do time verde e amarelo na conquista do tetra, em 1994, e também na Copa de 1998 - ainda disputou o torneio de 90. Passou por Corinthians, Santos e Fiorentina, entre outros, mas virou ídolo eterno no InternacionalFoto: Getty Images
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Gerhard Hanappi - Um dos grandes nomes do futebol austríaco, Hanappi comandou a Áustria terceira colocada na Copa do Mudo de 1954, principal campanha da história do país. Pelo Rapid Vienna, por sua vez, triunfou em sete campeonatos nacionais e escreveu seu nome na história do clubeFoto: AFP
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Ernst Ocwirk - Mais um membro do consagrado time austríaco de 54, Ocwirk era consistente e calmo em campo. Foi eleito o melhor da Áustria naquela Copa, e continuou sua consagrada carreira em nível clubístico - levantou 10 canecos nacionais em seu país. Também passou pela Sampdoria posteriormenteFoto: AP
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Obdulio Varela - Histórico capitão uruguaio na célebre conquista da Copa do Mundo de 1950, quando o Brasil sucumbiu diante de um Maracanã lotado. Com sua força física e sua habilidade excessiva para interceptar, comandou aquela seleção e entrou para a história como um dos maiores carrascos da história do futebol brasileiroFoto: AFP
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Fernando Redondo - Considerado um dos mais clássicos volantes do futebol argentino e mundial, Fernando Redondo foi muito maior nos clubes do que com a Seleção. Pelo Real Madrid, por exemplo, fez seu nome ao se consagrar como um dos melhores do planeta, tanto por suas características defensivas quanto ofensivasFoto: Getty Images
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Paulo Roberto Falcão - Falcão é considerado um dos maiores jogadores do futebol brasileiro. No seu auge, foi o melhor em seu temp, e virou "rei" em Roma. Pela Seleção, ficou marcado pelo fracasso na Copa do Mundo de 1982, que mesmo assim não tirou o brilho de um dos maiores times que o Brasil já teve. Ainda é o maior ídolo da história do InternacionalFoto: AP
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Johan Neeskens - Principal aliado de Johan Cruyff no eterno time da "Laranja Mecânica", Neeskens vestiu a camisa holandesa em 49 oportunidades, tendo marcado 17 gols. Com um estilo de jogo mais ofensivo, foi ídolo por Ajax e Barcelona, erguendo oito troféus em nível europeuFoto: Getty Images
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Jose Leandro de Andrade - Andrade foi talvez o primeiro ídolo do futebol uruguaio. Com seu futebol refinado, ajudou o país a conquistar as medalhas de ouro olímpicas em 1924 e 28, além da Copa do Mundo de 1930, sendo um dos responsáveis pela criação do eterno apelido de "Celeste Olímpica" à seleção. Atuou por Nacional, Peñarol, Argentino Juniors, entre outrosFoto: AFP
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Roy Keane - Mais louco do que se possa imaginar. Esse foi Roy Keane, tanto dentro quanto fora das quatro linhas. Mesmo assim, ele foi brilhante em sua carreira e comandava um meio de campo como poucos, podendo mudar a história da partida como um seleto grupo de jogadores fazia. Ídolo no Manchester United, disputou 67 partidas pela seleção irlandesa e marcou nove golsFoto: Getty Images
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Jozsef Bozsik - O húngaro atuou em nada menos que 101 partidas por seu país, com 11 gols anotados. Foi um dos mais influentes membros do mágico time da Hungria que encantou o mundo nos anos 50, mas tropeçou justamente em seu mais importante duelo: a decisão da Copa de 1954. Famoso por sua visão e seu conhecimento de jogo, também foi um dos maiores nomes do histórico time do HonvedFoto: AFP
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Frank Rijkaard - Com um estilo de jogo habilodoso, refinado e cheio de técnica, Frank Rijkaard liderou a Holanda em seu único título internacional - a Eurocopa de 1988. Nos clubes, foi soberano no Ajax e Milan, com as conquistas de três Liga dos Campeões da Europa e outros sete torneios nacionaisFoto: Getty Images
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Lothar Matthaus - Simplesmente eleito o "maior rival" de Diego Maradona pelo próprio, após o alemão fazer uma marcação implacável ao Argentino na Copa de 1986. Pela Alemanha, foram incríveis 150 partidas disputadas, com 23 gols marcados. O atleta começou a carreira como meio-campista e acabou como líbero, detém o recorde de Copas do Mundo disputadas (cinco) e é considerado o maior ídolo em todos os tempos da história do Bayern de MuniqueFoto: Getty Images
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