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City sabia de culpa por violações financeiras antes da janela de transferências, diz site

Equipe inglesa quebra recorde histórico ao gastar R$ 3,15 bilhões pouco antes ser considerado culpado em mais de 100 acusações

29 set 2026 - 12h33
(atualizado às 12h41)
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Resumo
Segundo a ESPN, o Manchester City já sabia, desde julho, que foi considerado culpado em 114 das 115 acusações da Premier League por violações financeiras antes de fechar a maioria de seus reforços na última janela de transferências. Mesmo ciente da decisão da comissão independente, o clube gastou o recorde de 526 milhões de euros em contratações, incluindo Enzo Fernández. Oficialmente, o City nega as irregularidades desde 2023 e seu presidente reafirma a intenção de provar a inocência da equipe.

O Manchester City estava ciente que era culpado de 114 das 115 acusações de violações financeiras e regulatórias feitas pela Premier League antes do início da janela de transferências. A informação foi divulgada pela ESPN.

De acordo com o veículo, dirigentes do time inglês foram informados do veredito da investigação da comissão independente ainda no mês de julho. No entanto, o acordo pela contratação do meio-campista Elliot Anderson, junto ao Nottingham Forest, foi selado antes do conhecimento da decisão.

Já as chegadas de Allan (Palmeiras), Ayyoub Bouaddi (Lille), Enzo Fernández (Chelsea) e Iliman Ndiaye (Everton), por exemplo, foram firmadas e anunciadas depois do clube já saber sobre a situação. O City estabeleceu um novo recorde na janela, ao desembolsar um total de 526 milhões de euros (cerca de R$ 3,15 bilhões).

Enzo, inclusive, foi a transferência mais cara do período. A equipe de Manchester pagou ao Chelsea 145 milhões de euros (R$ 866,7 milhões na cotação da época). Até o momento, o argentino atuou em quatro partidas, marcou um gol e distribuiu uma assistência.

O Manchester City se declara inocente desde fevereiro de 2023, quando a liga inglesa imputou as 115 acusações: 80 infrações financeiras entre 2009 e 2018 e 35 adicionais por falta de cooperação durante a fase de investigação.

Na última sexta, 25, Khaldoon Al Mubarak, presidente do clube, se posicionou sobre o ocorrido. "O processo da Premier League ainda tem um longo caminho a percorrer, e nossa confiança e determinação em provar a inocência do clube continuam tão fortes quanto no início de tudo isso", afirmou.

Após a disputa da Super Data Fifa, o City volta a campo no dia 11 de outubro, às 12h30 (de Brasília), onde encara o Liverpool pela Premier League. Depois, o compromisso da vez é contra o PSG, no dia 14, às 16h, válido pela Champions League.

Estadão
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