Veja 11 brigas entre companheiros do mesmo time
A briga entre Obina e Maurício provavelmente selou o adeus palmeirense às já remotas chances de título no Campeonato Brasileiro. A atitude provocou dois cartões vermelhos contra o Grêmio, que venceu o duelo por 2 a 0, e ainda uma reação enérgica. Logo após o jogo, o Palmeiras anunciou a dispensa dos brigões.
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Na história do futebol, há outros combates marcantes entre dois jogadores do mesmo time e, curiosamente, no último sábado, os são-paulinos Hugo e André Dias haviam protagonizado cena muito parecida.
Nas linhas abaixo, o Terra relembra 10 confusões marcantes entre jogadores do mesmo time. Confira:
Obina x Maurício
O motivo da polêmica foi o gol de Rafael Marques, em falhas defensivas dos dois brigões. Logo em seguida, após o apito de Heber Roberto Lopes, Obina e Maurício trocaram soco, tapa e empurrão.
Hugo x André Dias
Uma discussão por conta da marcação na bola aérea provocou uma rápida troca de sopapos entre André Dias e Hugo, que pôs a mão na cara do companheiro. Depois do jogo, se abraçaram e disseram ter sido "discussão de quem quer ser campeão".
Mesa x Viáfara
Em março deste ano, o São Paulo bateu o América de Cali por 3 a 1, na Colômbia, e o zagueiro Viáfara e o goleiro Mesa trocaram sopapos após um dos gols, em fotografia publicada na capa do jornal El País. O árbitro não advertiu os jogadores.
Carragher x Arbeloa
Em maio, durante partida contra o West Brom, nas últimas rodadas do Campeonato Inglês, os dois defensores do Liverpool trocaram agressões e empurrões depois de um cochilo defensivo. O time dos brigões venceu por 2 a 0 e, curiosamente, pouco tempo depois, Arbeloa foi vendido para o Real Madrid.
Tevez x Marquinhos
Não foi só a faceta de goleador que Tevez mostrou aos brasileiros. Em sua passagem agitada pelo Corinthians, o argentino trocou uma sequência de socos com o zagueiro Marquinhos, que teve ali os seus 15 minutos de fama no clube. Carlitos também teve outra briga, com Carlos Alberto - que, por sua vez, na concentração do São Paulo, trocou agressões com o volante Fábio Santos.
Robinho x Gravesen
Logo após a queda na Copa do Mundo de 2006, Robinho se reapresentou ao Real Madrid e não reagiu bem ao espírito agressivo do volante dinamarquês Gravesen. Após uma entrada dura do companheiro de clube, o brasileiro partiu para a porrada. Ambos foram expulsos do treino por Fabio Capello.
Romário x Andrei
Lance clássico. Durante jogo no Morumbi, contra o São Paulo, Romário atravessou o campo, enfiou a mão na cara do experiente zagueiro e deu mais uma bronca. Incrédulo, o companheiro de equipe sequer reagiu.
Ruy x Wellington Paulo
Esta confusão foi durante um Palmeiras e América-MG, em 2001. Ruy, hoje no Fluminense, estava caído ao chão enquanto o jogo estava em 1 a 1. Pensando que o companheiro enrolava a partida, o zagueiro e capitão Wellington Paulo mandou um tapa na cara do colega - foi prontamente expulso. "Foi uma situação inexplicável. Assisti ao lance várias vezes na tevê e não me vejo ali. Não estou querendo me justificar, mas deu um branco", afirmou o agressor após os 90 minutos.
Lúcio x Roger
Hoje capitão da Seleção Brasileira, o zagueiro Lúcio já deu um exemplo negativo. Foi durante as Olimpíadas de 2000, no jogo da eliminação contra Camarões. Após uma discussão, Roger foi agredido com uma cabeçada, mas a arbitragem não viu o lance.
Bebeto x Dunga
Lance clássico: no segundo jogo da Copa 98, contra Marrocos, o então capitão Dunga foi reclamar com Bebeto por conta de um lance anterior. Não satisfeito com a bronca, o agora treinador ainda agrediu o camisa 7 com a cabeça.
Djalminha x Renato GaúchoDjalminha apenas começava a carreira, enquanto Renato Gaúcho já era um nome consagrado. Mas o jovem não aceitou uma bronca do parceiro de Flamengo e partiu para a cima, dando uma cabeçada, durante a Taça Rio de 1991. Quase uma década depois, Djalma repetiria a cena, durante treino do Deportivo La Coruña. A agressão ao treinador Javier Irureta custou a vaga na Copa do Mundo de 2002, admitiu Luiz Felipe Scolari tempos depois - Kaká herdou o chamado.