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Brasileiro Série A

Veja 11 brigas entre companheiros do mesmo time

19 nov 2009 - 13h06
(atualizado às 13h23)
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A briga entre Obina e Maurício provavelmente selou o adeus palmeirense às já remotas chances de título no Campeonato Brasileiro. A atitude provocou dois cartões vermelhos contra o Grêmio, que venceu o duelo por 2 a 0, e ainda uma reação enérgica. Logo após o jogo, o Palmeiras anunciou a dispensa dos brigões.

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fica longe do título

Enquanto tenta ser controlado por companheiros, Obina acerta soco em Maurício durante briga
Enquanto tenta ser controlado por companheiros, Obina acerta soco em Maurício durante briga
Foto: Lucas Uebel/Preview.com / Gazeta Press

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Na história do futebol, há outros combates marcantes entre dois jogadores do mesmo time e, curiosamente, no último sábado, os são-paulinos Hugo e André Dias haviam protagonizado cena muito parecida.

Nas linhas abaixo, o Terra relembra 10 confusões marcantes entre jogadores do mesmo time. Confira:

Obina x Maurício

O motivo da polêmica foi o gol de Rafael Marques, em falhas defensivas dos dois brigões. Logo em seguida, após o apito de Heber Roberto Lopes, Obina e Maurício trocaram soco, tapa e empurrão.

Hugo x André Dias

Uma discussão por conta da marcação na bola aérea provocou uma rápida troca de sopapos entre André Dias e Hugo, que pôs a mão na cara do companheiro. Depois do jogo, se abraçaram e disseram ter sido "discussão de quem quer ser campeão".

Mesa x Viáfara

Em março deste ano, o São Paulo bateu o América de Cali por 3 a 1, na Colômbia, e o zagueiro Viáfara e o goleiro Mesa trocaram sopapos após um dos gols, em fotografia publicada na capa do jornal El País. O árbitro não advertiu os jogadores.

Carragher x Arbeloa

Em maio, durante partida contra o West Brom, nas últimas rodadas do Campeonato Inglês, os dois defensores do Liverpool trocaram agressões e empurrões depois de um cochilo defensivo. O time dos brigões venceu por 2 a 0 e, curiosamente, pouco tempo depois, Arbeloa foi vendido para o Real Madrid.

Tevez x Marquinhos

Não foi só a faceta de goleador que Tevez mostrou aos brasileiros. Em sua passagem agitada pelo Corinthians, o argentino trocou uma sequência de socos com o zagueiro Marquinhos, que teve ali os seus 15 minutos de fama no clube. Carlitos também teve outra briga, com Carlos Alberto - que, por sua vez, na concentração do São Paulo, trocou agressões com o volante Fábio Santos.

Robinho x Gravesen

Logo após a queda na Copa do Mundo de 2006, Robinho se reapresentou ao Real Madrid e não reagiu bem ao espírito agressivo do volante dinamarquês Gravesen. Após uma entrada dura do companheiro de clube, o brasileiro partiu para a porrada. Ambos foram expulsos do treino por Fabio Capello.

Romário x Andrei

Lance clássico. Durante jogo no Morumbi, contra o São Paulo, Romário atravessou o campo, enfiou a mão na cara do experiente zagueiro e deu mais uma bronca. Incrédulo, o companheiro de equipe sequer reagiu.

Ruy x Wellington Paulo

Esta confusão foi durante um Palmeiras e América-MG, em 2001. Ruy, hoje no Fluminense, estava caído ao chão enquanto o jogo estava em 1 a 1. Pensando que o companheiro enrolava a partida, o zagueiro e capitão Wellington Paulo mandou um tapa na cara do colega - foi prontamente expulso. "Foi uma situação inexplicável. Assisti ao lance várias vezes na tevê e não me vejo ali. Não estou querendo me justificar, mas deu um branco", afirmou o agressor após os 90 minutos.

Lúcio x Roger

Hoje capitão da Seleção Brasileira, o zagueiro Lúcio já deu um exemplo negativo. Foi durante as Olimpíadas de 2000, no jogo da eliminação contra Camarões. Após uma discussão, Roger foi agredido com uma cabeçada, mas a arbitragem não viu o lance.

Bebeto x Dunga

Lance clássico: no segundo jogo da Copa 98, contra Marrocos, o então capitão Dunga foi reclamar com Bebeto por conta de um lance anterior. Não satisfeito com a bronca, o agora treinador ainda agrediu o camisa 7 com a cabeça.

Djalminha x Renato GaúchoDjalminha apenas começava a carreira, enquanto Renato Gaúcho já era um nome consagrado. Mas o jovem não aceitou uma bronca do parceiro de Flamengo e partiu para a cima, dando uma cabeçada, durante a Taça Rio de 1991. Quase uma década depois, Djalma repetiria a cena, durante treino do Deportivo La Coruña. A agressão ao treinador Javier Irureta custou a vaga na Copa do Mundo de 2002, admitiu Luiz Felipe Scolari tempos depois - Kaká herdou o chamado.

Fonte: Terra
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