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Instabilidade provoca uma demissão de técnico a cada duas rodadas na Série A

27 set 2019
11h16
atualizado às 12h00
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A última quinta-feira foi de muitas mudanças no futebol brasileiro. Com as quedas de Cuca, no São Paulo, e Rogério Ceni, no Cruzeiro, o Campeonato Brasileiro teve, até agora, 14 trocas de treinador, quase uma modificação a cada dois jogos na competição (contando 21 rodadas) - nesta sexta, pela manhã, o Fortaleza anunciou a queda de Zé Ricardo, enquanto o Fluminense se desfez de Oswaldo de Oliveira.

Para quem não se lembra, Vanderlei Luxemburgo entrou no lugar do interino Marcos Gomes na quinta rodada do Brasileirão, em maio, e era lanterna do torneio - atualmente ocupa a 13ª colocação da tabela. Anteriormente, o Cruz-Maltino estava sendo comandado por Alberto Valentim, que acabou não aguentando a derrota na final do Campeonato Carioca.

Logo em seguida, na sexta rodada do nacional, o Flamengo foi quem perdeu o técnico Abel Braga, que pediu demissão. Apesar da conquista do estadual, o treinador não aguentou a pressão por jogar mais bonito e conquistar pontos importantes na tabela. Para o cargo, quem foi chamado foi o português Jorge Jesus, que vem encantando mídia e torcedores, colocando o Rubro-Negro em primeiro isolado do Brasileiro e na disputa pela Libertadores.

Para finalizar, Fernando Diniz não aguentou uma sequência de maus resultados no Fluminense e foi demitido no último dia 19 de agosto, quando o Tricolor das Laranjeiras perdeu de 1 a 0 para o CSA em pleno Maracanã - Oswaldo de Oliveira, na corda bamba, foi o escolhido para substituí-lo, no entanto, foi demitido nesta manhã.

Diniz, porém, foi a escolha do São Paulo, na noite da última quinta, horas após a saída de Cuca. O técnico não aguentou a derrota para o Goiás no Morumbi, na última quarta, e deixou o cargo. Com a chegada de Diniz, Vagner Mancini, coordenador técnico, também pediu demissão.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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