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Arão prevê título do Flamengo sobre o Palmeiras na Libertadores: 'Acho que ganhamos de 2 a 0'

Volante rubro-negro analisa decisão continental, marcada para sábado, em Montevidéu, e pede apoio dos torcedores: 'precisamos de uma força a mais'

23 nov 2021 12h07
| atualizado às 12h10
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Flamengo e Palmeiras decidem neste sábado o título da Copa Libertadores da América, no Estádio Centenário, em Montevidéu. Últimos dois campeões do torneio, os times chegam com equilíbrio de forças e sem um favorito. Mas, para o volante Willian Arão, os cariocas vão ganhar no tempo normal por dois gols de vantagem. Lembrando que pe partida única.

Convidado do programa Arena SBT na segunda-feira à noite, o volante flamenguista não ficou em cima do muro e deu o placar que acredita na grande final entre as equipes brasileiras. "Eu acho que nós ganhamos de 2 a 0", afirmou o jogador, esbanjando confiança. Não é muito comum jogador dar seu palpite num jogo tão importante, mas Arão demonstrou toda a sua confiança.

O Flamengo fará três treinos no Uruguai antes da disputa do título. A delegação chega ao país vizinho nesta quarta-feira pela manhã. Os trabalhos serão no Campeón del Siglo, estádio do Peñarol. Renato Gaúcho avaliará se poderá contar com o uruguaio Arrascaeta desde o início ou como opção para o jogo. Bruno Henrique e Pedro também se recuperam de lesões, mas estão em condição melhor.

"Nação, vocês já estão conosco, mas nesse sábado precisamos de uma força a mais, porque vai nos ajudar com certeza, mesmo vocês estando aí de casa e quem estiver no estádio, vai fazer diferença em cada bola e em cada lance", pediu Arão, sem esconder que o Flamengo ganhou um combustível a mais para a busca do título com a calorosa despedida da torcida ainda na sexta-feira, quando milhares de torcedores acompanharam a saída do clube do Rio.

"Foi uma sensação de que a torcida está do nosso lado, nos empurrando, acreditando, fazendo a parte dela para que a gente possa fazer o nosso melhor e sair vencedor", disse. "A maioria que estava ali não vai poder estar no Uruguai. Então, de certa forma, é o que eles poderiam fazer. Para nós é muito importante saber que eles estão ali nos empurrando, é muito emocionante."

Estadão
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