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Experiência e segurança nos pênaltis: Fluminense e Boca têm destaques no gol para a final da Liberta

3 nov 2023 - 08h07
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Na tarde deste sábado, Fluminense e Boca Juniors disputam o sonhado título da Copa Libertadores, a partir das 17 horas (de Brasília), no Maracanã. O duelo coloca frente a frente goleiros que tem se destacado, tanto no torneio quanto na temporada.

Foto: MARCELO GONÇALVES / FLUMINENSE e Reprodução/Boca Juniors / Gazeta Esportiva

O Tricolor Carioca tem o experiente Fábio, de 43 anos. O jogador foi contratado em 2022 após 17 temporadas seguidas no Cruzeiro. Neste ano, ele soma 57 partidas e sofreu 56 gols.

Na competição continental, o goleiro brasileiro foi titular em todos os 12 jogos, sendo vazado em 11 deles. Ele é o atleta brasileiro com mais embates disputados na competição sul-americana.

Mesmo atuando em sua 27ª temporada como profissional — com passagens por clubes como Vasco, Cruzeiro e Fluminense —, Fábio ainda busca o primeiro título de Libertadores. Internacionalmente, ele esteve na conquista da Copa Mercosul de 2000, com o Cruzmaltino, mas era reserva de Helton.

Fluminense e Boca têm pegadores de pênaltis no gol

Pelo lado xeneize, o principal responsável da campanha finalista é Sergio Romero. O arqueiro de 36 anos, que vestiu a camisa do Manchester United e foi titular da Argentina na Copa do Mundo de 2014, disputa seu primeiro ano de fato pelo clube — foi contratado em agosto de 2022, mas jogou pela primeira vez em 2023.

No ano, o goleiro entrou em campo 44 vezes e levou 36 gols. Já pela Libertadores, são 12 compromissos e apenas cinco tentos sofridos.

No entanto, o destaque mesmo está nas disputas por pênaltis. Ele agarrou duas cobranças de adversários nas oitavas, quartas e semifinal, contra Nacional-URU, Racing e Palmeiras, respectivamente. No caso alviverde, Raphael Veiga e Gustavo Gómez perderam suas batidas.

Se apenas nesta edição do torneio continental são seis pênaltis defendidos, o número aumenta se ampliado o período de análise. Desde que chegou ao Boca, Romero acumula 12 defesas em 23 cobranças, um aproveitamento de 52%.

Apesar de não possuir índices como Romero, Fábio também construiu durante sua carreira a fama de pegador de pênaltis. Até a chegada no Fluminense, ele havia sido desafiado em 100 cobranças e levou a melhor em 33 deles, sendo 22 defesas e 11 na trave ou para fora. Entretanto, pelo Tricolor Carioca, foram 11 penalidades, apenas duas defesas e nove tentos sofridos.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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