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Pronto para estrear, Gabriel cobra postura do Corinthians vista no Derby

9 fev 2019
17h37
atualizado às 17h37
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Na última rodada do Campeonato Brasileiro do ano passado, Gabriel levou uma pancada na perna direita e, por isso, passou boa parte da pré-temporada fazendo trabalhos específicos para se livrar de vez das dores e das limitações. Demorou, mas nesse domingo o volante fará sua estreia pelo Corinthians em 2019.

O desafio será contra o Novorizontino, pela sexta rodada do Campeonato Paulista, fora de casa. Fábio Carille fará seis mudanças em relação a equipe que sofreu para conquistar a vaga na Copa do Brasil na última quinta, e Gabriel na vaga de Ralf é uma delas.

Conhecido pela autenticidade e pelo coração corintiano, Gabriel reconhece a necessidade dos jogadores alvinegros voltarem a mostrar o empenho visto durante a vitória em cima do Palmeiras em pleno Allianz Parque, há uma semana.

"Sabemos que foi um grande jogo, um clássico, a motivação é sempre maior, mas tratando-se de Corinthians sabemos que todos os jogos temos de ter essa entrega. O jogo passado ficou perigoso. Poderíamos não passar adiante na Copa do Brasil. Graças a Deus não aconteceu. Ainda é início de temporada, primeiro mês de treinamentos, ainda requer um pouco de paciência com o grupo, com o trabalho, mas a equipe está concentrada e focada para fazer um jogo e ter o nível de concentração que teve contra o Palmeiras", afirmou.

A falta de tempo para recuperar os atletas e treinar devido ao número alto de jogos e a proximidade das datas entre eles tem forçado o técnico do Corinthians a mexer bastante na escalação do time. E Gabriel avisa que a torcida terá de ter paciência nesse momento.

"Chegaram muitos jogadores novos, pode ser que chegue mais ainda. Estamos esperando, mas o trabalho continua, não podemos ficar só esperando. Tenho certeza que o Carille está buscando isso, nunca o primeiro time que joga é o time que acaba (o ano), em todos os clubes é assim. A temporada é longa, tem muita mudança. Tenho certeza que o Carille está trabalhando muito para dar uma cara para a equipe, em termos de formação e de estilo de jogo. Agora é mais achar a forma de jogo e a formação, depois os jogadores que ele acha ideal", opinou.

A tendência é que Gabriel fique com a responsabilidade de proteger a defesa do Timão, atrás da linha dos meias. A função é mais do que conhecida pelo camisa 5.

"Esse 4-1-4-1 é a formação que eu gosto de jogar, pela minha característica, porte físico, mas não só eu, outros também conseguem. Joguei alguns jogos nessa função em 2017, a maioria do campeonato foi no 4-2-3-1, acho que dá um pouco mais de liberdade, é uma formação que eu estou bem habituado, até por conhecer o Carille há muito tempo", concluiu.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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